Cláudio Castro comemora prisão de Zinho: “Inimigo número 1 do RJ”
Nas redes, governador do Rio destacou: “Enquanto as famílias celebram o Natal, o trabalho das forças de segurança não para”
O governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, foi às redes sociais nesta segunda-feira (25) para enaltecer o trabalho das forças de segurança do estado na prisão do miliciano Zinho, como é conhecido Luis Antonio da Silva Braga, que entregou-se e foi preso pela Polícia Federal (PF) na noite desse domingo (24/12).
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No X (antigo Twitter), Castro destacou: “Enquanto as famílias celebram o Natal, o trabalho das forças de segurança não para. Prendemos o inimigo número 1 do RJ”.
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Zinho, de 44 anos, considerado o criminoso mais procurado do estado do Rio de Janeiro, liderava a milícia que dominava a zona oeste da capital fluminense.
Também nesta segunda o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, manifestou-se sobre a prisão do miliciano.


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"Mais um importante resultado do trabalho sério e planejado que está sendo executado no Rio de Janeiro e em outros estados, no combate às facções criminosas”, escreveu Dino nas redes sociais.
“No fim da tarde deste domingo, 24/12, a Polícia Federal, com apoio da Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro, efetuou a prisão do miliciano mais procurado do estado do Rio de Janeiro. O preso – que estava foragido desde 2018 – é considerado o líder da milícia que atua na zona oeste da cidade”, completou o ministro.
Prisão de segurança máxima
O miliciano tinha ao menos 12 mandados de prisão em aberto e era considerado foragido desde 2018. Ele acabou detido após tratativas entre advogados dele com a PF e a Secretaria de Segurança Pública do Estado do Rio de Janeiro.
Zinho se apresentou aos policiais federais da Delegacia de Repressão a Drogas (DRE-PF/RJ) e do Grupo de Investigações Sensíveis e Facções Criminosas (Gise/PF), na superintendência regional da corporação.
Ele foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML) e, posteriormente, encaminhado ao sistema prisional do estado. Depois, acabou transferido para o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, prisão de segurança máxima na zona oeste do Rio de Janeiro.
