Quem são os influenciadores contrários aos jogos de azar
Mesmo antes do 'Fantástico' expor a denúncia de fraude contra a Blaze, alguns nomes já haviam se pronunciado contra a prática
Enquanto muitos influenciadores estão procurando palavras para se justificar após divulgarem jogos de azar para seus seguidores, outros foram dormir com a consciência tranquila após o Fantástico expor que a Blaze, empresa responsáveis por jogos desse tipo, está sendo investigada pela polícia.
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Gabi Luthai
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Através de suas redes sociais, a cantora fez questão de expor algumas propostas que recebeu de casas de apostas e jogos de azar. "Eu já falei isso outras vezes, mas gente, toma muito cuidado, duvida quando o dinheiro é fácil demais", afirmou.
Na sequência, Gabi Luthai admitiu gostar de realizar apostas esportivas e frequentar cassinos fora do país. "Porém joguinhos em que o algoritmo é facilmente manipulável não rola né".


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"Vocês nunca me viram fazer essas publicidades aqui, não porque eu não tive propostas", confessou, revelando que as propostas eram extremamente tentadoras, com valores que fariam a diferença em sua vida. "Mas eu não posso pegar um dinheiro que vai fazer diferença para mim, sendo que vocês vão perder um dinheiro que, provavelmente, também vai fazer diferença", justificou.
Rica de Marré
Com a repercussão do assunto, a influenciadora usou o Twitter para demonstrar que estava de consciência tranquila. "É o que eu sempre digo, dinheiro nenhum vale a minha consciência limpa", escreveu.
Ao se parabenizada por um seguidora, Rica de Marré ainda respondeu, garantindo que ela não precisava ser parabenizada por fazer o mínimo.
Jade Picon
Alguns meses atrás, quando participou do podcast PodDelas, Jade Picon também se mostrou contra a divulgação de jogos de azar. Falando sobre ter a possibilidade de escolher seus contratos, ela garantiu que não faria algo do tipo, independente do dinheiro.
"Eu não vou, pode ser o dinheiro que for. É muito o que está acontecendo agora com jogos de aposta, com essas coisas. As pessoas estão se vendendo (...) Acho que, hoje em dia, na realidade que eu vivo, que eu me sinto privilegiada, eu posso escolher os trabalhos que eu faço", disse.
Camilla de Lucas
Mesmo já tendo abordado o assunto no começo deste ano, Camilla De Lucas resgatou um vídeo seu, em que alerta seus seguidores para não confiar em influenciadores que divulgam jogos de azar.
"EU AVISEI! Influenciadores com uma média de 200k seguidores tiram uns R$ 30.000 por mês pra divulgar esses jogos. Eu acho que deveriam investigar todos os contratos e mandar devolver pelo menos 50% do que receberam", começou escrevendo através do Twitter.
"Aparecem com carros e mansões luxuosas toda semana sem ter nenhuma publicidade com marca relevante. O dinheiro vem de onde? ESTÃO PAGANDO IMPOSTO? INADMISSÍVEL esses sorteios, rifas, links de aposta que fazem os seguidores perderem DINHEIRO!", se revoltou.
Paula Amorim
Em um vídeo resgatado pelos internautas, Paula Amorim fala sobre os trabalhos que costuma recusar. Dentre eles, ela garante que não faz divulgação para jogos por não ser algo que condiz com seus valores.
"Eu não gosto de jogo, não acho que traz nenhum benefício pro meu seguidor, só prejuízo. Eu não vejo nada de legal. Por mais que eles paguem muito, para mim não faz sentido divulgar", afirmou.
Amanda Djehdian
Através de um comentário em uma página de fofoca, a ex-BBB também se manifestou contra os jogos de azar.
"Diariamente plataformas de jogos me enviam e-mails com propostas tentadoras, muito dinheiro para divulgação! Nunca divulguei jogos, jamais conseguiria deitar a cabeça no travesseiro e saber que alguém que talvez só teria aquele dinheiro para comprar comida, pagar o gás, perdeu porque acreditou em mim, toda vez que eu recuso, peço a Deus pra colocar um trabalho bom para mim no lugar, mas essa culpa eu não quero ter", garantiu.
