IMA cobra dados sobre negócio que pode acabar com Lagoa da Anta
Órgão ambiental quer informações da prefeitura e das empresas para mensurar possíveis impactos ambientais com a implantação do empreendimento
O Instituto do Meio Ambiente (IMA) estipulou o prazo de cinco dias para que a Prefeitura de Maceió, a construtora Record e o grupo que administra o Hotel Jatiúca prestem esclarecimentos sobre a instalação de um novo empreendimento no local onde ainda funciona o hotel, na orla de Maceió.
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Em nota encaminhada à imprensa, o órgão ambiental informa que o objetivo é colher todas as informações possíveis no sentido de mensurar os impactos ambientais que podem ser provocados pelo novo empreendimento e adotar todos os procedimentos que cabem ao órgão para garantir a conservação da biodiversidade e a proteção do ecossistema marinho daquela área específica.
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O Instituto quer saber da Prefeitura e das duas empresas envolvidas diretamente se há alguma documentação que mostre que o empreendimento atende às regulamentações e normas ambientais locais, além da análise de potenciais impactos, como erosão costeira e desequilíbrio da fauna marinha.
Entre as solicitações feitas pelo órgão ambiental estão os planos para a utilização de energias renováveis, redução de resíduos e iniciativas de conservação de recursos, além de um plano claro e objetivo para lidar com possíveis incidentes ambientais ou desastres naturais.


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O IMA esclarece que entende a importância desse e de outros empreendimentos para o desenvolvimento do estado e para geração de emprego e renda, além do fomento às atividades turísticas. As medidas adotadas têm o objetivo exclusivo de garantir a proteção de uma área considerada frágil e de grande importância ambiental.
*com IMA/AL
