Foragido há mais tempo em AL é preso por matar tio em disputa de terra
Homem foi executor da morte do tio em uma trama familiar que contou com a participação da mãe do foragido e da esposa dele
Um homem, condenado por matar o próprio tio por causa de disputa de um terreno, foi preso nesta quinta-feira (8), em Limoeiro de Anadia, no interior de Alagoas. Segundo o delegado que cumpriu o mandado de prisão, Daniel Mayer, o acusado é o preso que estava foragido há mais tempo no Estado: 32 anos escondido da polícia.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Segundo a autoridade policial, o acusado, condenado a 15 anos de reclusão, foi preso no povoado Genipapo, zona rural de Limoeiro de Anadia, que fica no Agreste de Alagoas. Ele, que tem 74 anos atualmente, estava escondido na casa de uma irmã.
Leia também
À Gazetaweb, Daniel Mayer informou que a fuga por 32 anos é o recorde já registrado em Alagoas. "Nunca um foragido há tanto tempo foi encontrado em Alagoas. A equipe se desdobrou para achá-lo", afirmou o delegado.
A vítima era Benedito Cosmo da Silva, que tinha 37 anos em 1991, quando o crime ocorreu. Ele era tio do homem preso nesta quinta-feira. Benedito foi morto enquanto dormia em seu quarto, com um tiro de espingarda disparado na cabeça dele pelo próprio sobrinho.


ASA negocia saída de zagueiros do elenco - 3/6/26

Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Polícia investiga cemitério clandestino em Coruripe

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió
O motivo do homicídio, segundo as investigações, era um terreno disputado pela própria família.
As investigações apontam ainda, segundo Mayer, que o sobrinho da vítima não agiu sozinho. Ele foi o executor. Por trás do crime, havia mais dois parentes apontados como planejadores do assassinato: a mãe do sobrinho, que era irmã de Cosmo da Silva, e a esposa do executor, as duas já falecidas, de acordo com a Polícia Civil.
"No momento da prisão, ele disse saber da existência do mandado, mas que não acreditava que fosse ser localizado pela Polícia Civil", complementou o delegado Daniel Mayer.
