Presidente da FIA quer mais equipes e calendário mais enxuto na F1
Mohammed Ben Sulayem mantém otimismo por aprovação da Andretti junto à F1 e atribui inchaço da categoria ao calendário: "Precisamos de mais equipes e menos corridas"
Após receber aprovação da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), a Andretti Cadillac segue para discussões comerciais com a F1 antes de ser aceita - ou não - como nova integrante no grid da categoria. Presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem segue publicamente favorável à expansão do grid, alegando que o inchaço no campeonato está no gradativo aumento do calendário e não no número de equipes.
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"Dizer não para um time que foi aprovado pela FIA... É bem difícil dizer não. Você pode me chamar de otimista, sou sempre otimista. Acho que sim (será aceito)" disse Ben Sulayem à Reuters, acrescentando:
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"A FIA deveria estar pedindo, implorando a fabricantes que entrassem. Não deveríamos simplesmente dizer não a elas. Se você pergunta qual é o meu sonho, seria preencher as 12 (vagas) e ter um time dos Estados Unidos de uma construtora, uma fabricante de unidades de potência e um piloto de lá dirigindo. E então ir à China talvez, pedir pela mesma coisa e fazer".
A candidatura da Andretti Cadillac, parceria entre a montadora americana e a equipe de Michael Andretti (filho de Mario, campeão da F1 1978), foi a única aceita pela FIA; quatro projetos foram inscritos. Agora, o processo segue para discussões comerciais com a F1, que também precisa dar aval - mas o CEO Stefano Domenicali já revelou, em algumas ocasiões, ser contrário à entrada de novos times.


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A resistência dentre as atuais equipes do grid é mais voltada ao aspecto financeiro, já que mais um integrante na categoria aumentaria o número de participantes na divisão de receitas. Por isso, novos inscritos estão sujeitos ao pagamento de uma taxa anti-diluição de 200 milhões de dólares como forma de compensação.
