Passa de 1.300 o número de mortos após terremoto no Marrocos
Tremor atingiu magnitude 6,8 e foi sentido em Portugal, Espanha e Argélia.
Um terremoto de magnitude 6,8 (considerada forte e capaz de produzir grandes estragos) atingiu o Marrocos na noite desta sexta-feira (8), por volta das 19h30 (no horário de Brasília). Até a última atualização desta reportagem, eram 1.305 mortos e mais de 1.800 feridos (pelo menos 721 em estado crítico), de acordo com o balanço divulgado pelo Ministério do Interior marroquino.
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O órgão afirma que o número de vítimas deve aumentar ao longo deste sábado (9), já que os trabalhos de resgate — dificultados por bloqueios e obstruções nas estradas — ainda estão em curso.
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Segundo o Itamaraty, não há notícia de brasileiros entre os mortos e feridos.
O governo do país decretou luto nacional de três dias. Neste sábado (9), a Cruz Vermelha Internacional afirmou que o Marrocos poderá precisar de "meses e até anos" de ajuda para reconstruir as zonas afetadas.


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O tremor produziu estragos tanto em aldeias da Cordilheira do Atlas (no noroeste da África), onde vivem 840 mil pessoas em condições vulneráveis a abalos sísmicos, como na cidade histórica de Marrakech, no oeste do Marrocos. As forças armadas do país e equipes de resgate foram deslocadas para as áreas mais afetadas.
O terremoto durou cerca de 15 segundos e aconteceu a uma profundidade de 18,5 km, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). Há relatos de pessoas que também sentiram os tremores em países próximos, como Portugal, Espanha e Argélia.
