Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Cientistas recriam música do Pink Floyd a partir de ondas cerebrais

Neurocientistas acreditam que o feito poderia ajudar pessoas com problemas neurológicos a terem a musicalidade da fala restaurada

Neurocientistas da Universidade da Califórnia, em Berkeley, nos Estados Unidos, conseguiram recriar o clássico Another Brick in the Wall – Part 1, da banda Pink Floyd, a partir de ondas cerebrais de humanos.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

É a primeira vez que uma música é decodificada a partir da atividade cerebral com a ajuda de inteligência artificial. O resultado foi publicado na terça-feira (15), na revista PLOS Biology.

Leia também

O feito poderia ajudar as pessoas com problemas neurológicos que afetam a comunicação – como a esclerose lateral amiotrófica (ELA), derrame ou paralisia – a terem a musicalidade da fala natural restaurada, acreditam os neurocientistas.

Estímulo cerebral à música

Shorts Youtube
Play
Traficante com mandado por feminicídio é preso com arma e drogas em Maceió

Traficante com mandado por feminicídio é preso com arma e drogas em Maceió

Play
Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso

Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso

Play
Denúncia anônima ajuda PM a apreender armas em Maceió

Denúncia anônima ajuda PM a apreender armas em Maceió

Play
Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

Play
CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26

CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26

Os pesquisadores usaram inteligência artificial para decodificar os sinais cerebrais de 29 pacientes submetidos à cirurgia para tratar epilepsia entre 2009 e 2015.

Eles tinham uma rede de eletrodos implantados em seus cérebros, o que deu aos médicos a possibilidade de registrar a atividade cerebral dessas pessoas enquanto elas ouviam um trecho de três minutos do hit de 1979, sendo possível identificar a frase “All in all, it’s just another brick in the wall”.

“Parece que eles estão falando debaixo d’água, mas é a nossa primeira tentativa”, afirma o neurologista Robert Knight, professor de psicologia da UC Berkeley e um dos autores do estudo.

Ele acredita que o problema poderia ser resolvido com pequenos ajustes no sistema de eletrodos, como colocá-los mais próximos uns dos outros. No experimento, os participantes com menor espaço entre os dispositivos conseguiriam formar melhores reconstruções da música.

A descoberta pode dar a capacidade de decodificar não apenas o conteúdo linguístico das pessoas, mas também o conteúdo prosódico da fala (entonação, ritmo, acento da linguagem falada) e parte do afeto.

“Uma das coisas para mim sobre a música é que ela tem prosódia e conteúdo emocional. À medida que todo esse campo de interfaces cérebro-máquina progride, isso oferece uma maneira de adicionar musicalidade a futuros implantes cerebrais para pessoas que precisam, como alguém que tem ELA ou algum outro distúrbio neurológico ou de desenvolvimento incapacitante que comprometa a produção da fala”, explica Knight.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas