Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Braskem: Câmara deve manter veto a PL que fixa valor de acordo

Matéria prevê destinação de 50% da indenização à população atingida pelo afundamento do solo

A Câmara de Maceió deve manter o veto do prefeito JHC (PL) ao projeto de lei que destina à população atingida pelo afundamento do solo metade do valor de acordos de compensação financeira a serem firmados entre o município e a Braskem. Nessa quarta-feira (16), a Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final da Casa emitiu parecer pela legalidade do veto total.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

De autoria do vereador Leonardo Dias (PL), a proposta garante que 50% do valor do acordo deverão ser utilizados para fins de indenização dos proprietários e moradores dos imóveis desocupados, bem como das pessoas que exerciam atividades econômicas nas áreas de risco.

Leia também

Também sugeria que 25% do dinheiro deveriam ser investidos, especificamente, na concretização de projetos de revitalização na região de entorno das áreas atingidas (raio de 1.500 metros), visando à preservação da ordem urbanística, patrimônio histórico-cultural, os vazios urbanos e memória dos bairros.

Já os 25% restantes poderiam ser usados em obras ou serviços em Saúde, Educação e Assistência Social, nas áreas com maior déficit social do município.

Shorts Youtube
Play
Após isolamento em articulação, JHC manda recado indireto e critica “fantoche”

Após isolamento em articulação, JHC manda recado indireto e critica “fantoche”

Play
Prefeitos fiéis ao MDB nas eleições serão prestigiados, avisa Renan Calheiros

Prefeitos fiéis ao MDB nas eleições serão prestigiados, avisa Renan Calheiros

Play
Câmara muda Lei Orgânica e beneficia vereador que deve assumir cargo no Estado

Câmara muda Lei Orgânica e beneficia vereador que deve assumir cargo no Estado

Play
JHC e Paulo Dantas protagonizam troca de críticas sobre violência nas redes sociais

JHC e Paulo Dantas protagonizam troca de críticas sobre violência nas redes sociais

Play
Flávio atribui possíveis novas tarifas ao “tom agressivo” de Lula os EUA

Flávio atribui possíveis novas tarifas ao “tom agressivo” de Lula os EUA

No entanto, a prefeitura classificou o projeto como inconstitucional na integralidade. A Procuradoria Geral do Município (PGM) opinou que somente o chefe do Poder Executivo teria a competência para estabelecer as formas como deverá organizar as despesas, estabelecendo as prioridades do plano de governo e exercendo o juízo político para determinar quais as ações concretas de gestão e quais as políticas públicas que foram legitimamente elencadas para a legislatura”.

“Ainda que seja louvável a iniciativa em buscar meios de reparação daqueles que foram afetados, é necessário avaliar que somente o prefeito tem competência para estabelecer a destinação que será dada aos valores que ingressarão nos cofres públicos. É preciso, inclusive, notar que eventual recebimento de valores por eventuais indenizações, mitigação ou mesmo compensações somente ocorrerá em razão de comprovados danos/prejuízos em diversas áreas para o município de Maceió”, justificou a prefeitura.

Na última terça-feira (15), o vereador Joãozinho (PSD) citou em plenário que o veto total a este projeto estaria há mais de 30 dias na Câmara sem que fosse analisado, o que, regimentalmente, provocaria o trancamento da pauta.

Para que os trabalhos fossem destravados, a Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final fez a matéria avançar e deixá-la pronta para apreciação em plenário. O presidente da comissão, vereador Chico Filho (MDB) - líder do governo no Legislativo, foi o relator e opinou pela manutenção do veto, sendo acompanhado pelos demais integrantes do grupo.

A comissão concordou que somente o chefe do Executivo teria competência para determinar sobre despesas, avaliou que a medida poderia gerar um desequilíbrio nas receitas e no plano de governo e que o projeto “possui vício formal em sua elaboração, capaz de violar a ordem constitucional, Lei Orgânica Municipal, bem como o sistema legal e jurídico vigente”, opinando pela constitucionalidade/legalidade do veto total do prefeito.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas