Roberto Carlos proíbe Netflix de usar música em filme sobre crime
A equipe de Roberto Carlos se pronunciou sobre a proibição e disse que, após uma análise da música e da sinopse do filme, vetou a utilização
Roberto Carlos vetou a Netflix de usar uma de suas músicas em uma produção cinematográfica. A plataforma de streaming gostaria de utilizar a canção Amada Amante em um filme sobre crimes financeiros, mas teve o pedido negado pela equipe do artista.
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“A equipe que recebe as solicitações de liberação de músicas para filme, série, novela, espetáculo, enfim, para gravação, essa equipe analisou a sinopse do contexto da personagem e verificou que o poema da música, a letra da música, não tem nada a ver com a sinopse da série”, disse a assessoria de Roberto Carlos, em nota enviada ao Portal Splash.
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“E por que foi negado? Porque a personagem, o contexto da personagem, a sinopse da personagem, não tem nada a ver com o poema da música, a letra da música”, detalhou a equipe do cantor. A música em questão é uma parceria de Roberto Carlos com Erasmo Carlos.
A ideia da Netflix, de acordo com o jornal O Globo, era utilizar a canção em uma cena sobre a doleira Nelma Kodama. Ela foi presa em 2014 e, segundo os policiais, tentava embarcar para Milão, na Itália, com 200 mil euros na calcinha.


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Na época, a doleira, que foi uma das delatoras da Lava Jato, negou a versão dos oficiais. “Eu acho que [essa história] aconteceu porque havia casos [de homens flagrados] com dinheiro na cueca. E precisavam de ter uma mulher com dinheiro na calcinha”, declarou.
