Duas fontes de Césio-137 estão desaparecidas em Minas Gerais
Desaparecimento das fontes de Césio-137 está sendo investigado pela Comissão Nacional de Energia Nuclear
Uma mineradora de Minas Gerais acionou a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN), ligada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), após o desaparecimento de duas fontes seladas de Césio-137.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A Diretoria de Radioproteção e Segurança (DRS/CNEN) envia uma equipe de licenciamento para apurar as circunstâncias do desaparecimento dos itens nesta quarta-feira (5/7).
Leia também
O sumiço aconteceu na noite do dia 29 de junho. As autoridades trabalham com a teoria de furto do material, e continuam com a investigação com técnicos da CNEN no local.
A mineradora está regularmente licenciada pela CNEN e tem autorização para operação, que vence em 2025.


CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26

Aproximação existe, mas anúncio de aliança entre JHC e Alfredo Gaspar segue pendente

Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro
Césio-137 em Goiânia
As fontes extraviadas, apesar de serem de Césio-137, têm atividade cerca de 300 mil vezes menor do que aquela do acidente de Goiânia, em 1987. Mesmo que fossem violadas, o material com o qual são confeccionadas não seria espalhado, como aconteceu na capital goiana.
O acidente aconteceu em 1987, na capital do Goiás, devido ao manuseio indevido de um aparelho de radioterapia abandonado, onde funcionava o Instituto Goiano de Radioterapia. O caso envolveu centenas de pessoas.
A fonte tinha radioatividade de 50.9 Tbq (1375 Ci). A violação do equipamento resultou em fragmentos espalhados no meio ambiente, na forma de pó azul brilhante.
