Marcha da Maconha faz 15 anos e critica “guerra às drogas” em SP
Caminhada segue do Masp até a Praça da Repúbica, no Centro. Grupo estende faixas pedindo a legalização de drogas, como a maconha
Manifestantes se reúnem na 15ª Marcha da Maconha, realizada neste sábado (17/6), em São Paulo. Com o lema “Antiproibicionismo por uma questão de classe – Reparação por necessidade”, o ato começou às 14h20 no vão livre do Museu de Artes de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista.
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Do Masp, o ato seguirá pela Avenida Paulista e descerá a Rua da Consolação para terminar na Praça da República, no centro da cidade. O objetivo é reafirmar o posicionamento pelo fim da guerra às drogas e seu compromisso com os direitos humanos de todas as pessoas.
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A marcha prevê os já tradicionais bandeirão e “maconhaço”, uma ação visual de impacto na saída do ato e intervenções ativistas na concentração.
Também participam movimentos sociais parceiros, como os Guarani Mbya, da Terra Indígena Jaraguá; residentes, ativistas e trabalhadores da redução de danos que atuam na Cracolândia, no centro de São Paulo.


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