Família diz que lutará por Justiça pela morte de alagoana nos EUA
Gleise foi morta pela polícia dos EUA no dia 30 de janeiro, mas foi somente em fevereiro que a família soube do que havia acontecido
A família de Gleise Graciela Firmino, alagoana morta durante abordagem policial nos Estados Unidos, afirma que lutará por Justiça até que os responsáveis pela morte da modelo sejam punidos. O corpo de Gleise chegou nesta sexta-feira (26) ao Brasil, quatro meses após o ocorrido.
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Gleise foi morta pela polícia dos EUA no dia 30 de janeiro, mas foi somente em fevereiro que a família soube do que havia acontecido. Desde então, parentes da alagoana tentavam trazer o corpo da mulher de 30 anos para o Brasil. O que só ocorreu nesta sexta.
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O corpo da alagoana deve chegar neste sábado (27) em Porto Real do Colégio, no Baixo São Francisco, onde será sepultado.
Em nota, a família de Gleise, representada pela irmã Cleane Firmiano, afirma que a morte da alagoana ocorreu em circunstâncias que ainda não foram esclarecidas e que, por isso, os parentes irão lutar por Justiça, em busca dos responsáveis.


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"O assassinato da nossa amada Gleise pela Polícia Americana, em circunstâncias não esclarecidas, será objeto de nossa luta por justiça, busca dos responsáveis por este crime e sua penalização por este ato, completamente desproporcional, mesmo conscientes que isto não trará Gleise ao nosso convívio de novo", afirma a família em nota.

