PM apura denúncia de estupro cometido por aluno do curso de soldado
Jovem de 23 anos, com problemas mentais, teria sido obrigado a fazer sexo oral; pais da suposta vítima denunciaram o crime
A Polícia Militar de Alagoas (PM/AL) abriu um Processo Administrativo Disciplinar Simplificado para apurar a denúncia de que um aluno do Curso de Formação de Praças (CFP) teria estuprado um jovem de 23 anos com problemas mentais. A vítima teria sido obrigada a fazer sexo oral.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Os pais da suposta vítima foram ao Centro de Formação e Aperfeiçoamento de Praças (CFAP) e relataram que o filho teria sido obrigado a praticar sexo oral com o aluno após eles terem feito uso de bebidas alcoólicas.
Artigos Relacionados
O casal relatou que o filho possui problemas mentais, sendo, inclusive, conduzido depois do fato pelo Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) ao Hospital Portugal Ramalho. A PM vai apurar o caso e verificar se houve crime militar.
O mesmo aluno, que é denunciado, foi considerado inapto na fase de avaliação médica presencial do concurso por, supostamente, apresentar “histórico de transtorno de ansiedade com uso de medicamento psicotrópico”, o que limitaria o pleno exercício do cargo de soldado combatente.


"Vamos para a rua", convoca Lula ao pedir mobilização contra "retrocesso" no país

Incêndio destrói borracharia durante a madrugada em Palmeira dos Índios

Alfredo Gaspar celebra arquivamento no STF: "A verdade e a justiça chegaram"

Após derrota para JHC, Renan Filho reassume mandato e provoca críticos da escala 6x1
No entanto, ele conseguiu uma liminar na Justiça que o permitiu continuar no concurso. O processo continua tramitando na Justiça estadual. Nesse processo, o aluno contou que faz uso do medicamento em baixa dosagem e por curto prazo, não sendo obstáculo ou fator impediente para o exercício do cargo para o qual concorreu. Ele ainda ponderou que foi aprovado na etapa psicológica.

