Ana Hickmann se pronuncia e revela ameaças após caso Eloá na Globo
Apresentadora foi bastante criticada após a exibição da história da menina, na época com 15 anos, no Linha Direta e assumiu seu erro
Ana Hickmann foi bastante criticada por internautas, nesta sexta-feira (5/5), após a exibição do caso Eloá no primeiro episódio do programa Linha Direta. Na ocasião, durante o Hoje em Dia, apresentadora disse que o sequestrador estava assistindo e pediu que ele ou uma das vítimas acenassem para as câmeras pela janela do cativeiro.
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Após a repercussão da situação, que foi ao ar na noite de quinta-feira (4/5), Hickmann emitiu um comunicado através da sua assessoria de imprensa. No texto, ela reconheceu o erro e lamentou a maneira como conduziu o caso.
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“Ana Hickmann, por meio de sua assessoria de imprensa, lamenta a forma com que o caso Eloá foi conduzido, em 2008. A apresentadora reconhece a atitude errônea que cometeu na época, e pede desculpas para as vítimas e suas famílias”, dizia o texto.
A equipe da artista ainda revelou que ela vem sofrendo ameaças de morte devido ao caso. “Após o episódio do programa Linha Direta, exibido na última quinta-feira (4), Ana Hickmann vem sofrendo ameaças de morte por meio das redes sociais. As mensagens de ódio despertaram gatilhos emocionais, desencadeados após o atentado que sofreu em 2016, em Belo Horizonte. A apresentadora reafirma o seu pedido de desculpas e pede respeito nesse momento”, acrescentou o comunicado.


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Esposa do irmão mais velho de Eloá, Cintia Pimentel, usou as redes sociais para fazer um desabafo sobre o programa: “Até ontem estava tudo tão bem! Estavam todos bem! Hoje seria o aniversário de 30 anos… Eu não tenho propriedade pra falar em nome da perda, pois apesar de sentir muito, não sinto na pele o que é perder um filho e peço a Deus que nenhum de nós experimente estar nessa situação”, começou.
Em seguida, ela continuou seu desabafo: “E mais uma vez digo: existiram sonhos, anseios, sorrisos, planos, histórias e muito mais coisas positivas que poderiam deixar a memória sempre viva nessa e em outras gerações. Mas não, preferem a dor, preferem resumir a história somente ao que traz à tona os piores momentos da vida de alguém”.
E finalizou: “Espero que isso sirva ao menos para sensibilizar o país e mostrar que algumas leis precisam ser revistas. Que Deus, novamente, console o coração dos que agora estão revivendo essa dor”.
