Comunidade acadêmica denuncia envenenamento de animais na UFAL
Uma cadela teria sido morta na segunda-feira (3) e um gato nesta terça-feira, segundo denúncia do Núcleo de Bem-Estar Animal da UFAL
O Núcleo de Bem-Estar Animal da comunidade acadêmica da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) denunciou que cães e gatos estão sendo vítimas de envenenamento dentro da instituição de ensino superior. O setor jurídico do núcleo, representado pela advogada e professora universitária, Larissa Mendes, fez um Boletim de Ocorrência e o caso deve ser levado à Polícia Federal.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

De acordo com a advogada, que fica à frente do setor jurídico do núcleo, nessa segunda-feira (3), foi registrada a morte de uma cadela com suspeitas de envenenamento. Ela estava prestes a ter filhotes.
Leia também
Já nesta terça-feira (4), segundo ela, houve um novo caso, também por suspeitas de envenenamento contra um gato, que morreu.
De acordo com Larissa Mendes, os animais mortos eram saudáveis e, alguns deles, conviviam há anos dentro da UFAL, sendo conhecido por muitos membros da comunidade.


Semifinais definidas - 18/09/2026

Crystopher novamente nos holofotes - 18/09/2026

Violência doméstica termina com prisão na capital

Operação Eclipse: suspeito morre em confronto
"Desde novembro do ano passado estamos tendo casos recorrentes e problemas que até então têm sido silenciados, mas agora estamos no ápice dessa angústia diante dessas ocorrências e diante da inércia, realmente, institucional, e da falta de medidas combativas. Estamos num sofrimento enorme porque têm animais que convivem conosco há mais de uma década, cuidamos com muito amor, nos responsabilizamos pela vacinação, castração, higiene, mantemos da melhor forma possível os animais dentro do ambiente acadêmico, mas não temos ajuda de nada, nem de ninguém", argumenta a advogada.
Um Boletim de Ocorrência foi registrado na Polícia Civil. O delegado Robervaldo Davino informou que chegou a realizar as primeiras diligências, mas o caso foi encaminhado à Polícia Federal, devido à área da Ufal estar inserida em território federal.
