Aos 59, Claudia Ohana diz que se sente melhor do que aos 20
No ar como Dora, em "Vai na Fé", a atriz também fala sobre as semelhanças com a personagem: "Gosto muito de coisas holísticas também, de rituais, incensos, chás e banhos"
Claudia Ohana, de 59 anos, diz que se sente melhor atualmente do que quando era mais nova. A atriz afirmou que a maturidade lhe trouxe segurança e autoconfiança e que ela deseja passar essa autoestima para suas seguidoras com suas publicações no Instagram.
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"Quando eu era bem jovem, garotinha, com uns 15 anos, 20 e até os meus 30, eu jamais posaria de biquíni. Não sei o por que. Eu não tinha essa vaidade. Hoje, com quase 60 anos, eu me curto, me acho linda de biquíni. Eu me cuido muito também. Acho que é uma questão mais de sensação mesmo, de se permitir", reflete.
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Claudia incentiva outras mulheres a se olharem com mais carinho. "Adoraria empoderar outras mulheres de 60 anos a se sentirem belas, que fossem a uma festa de minissaia. Nós somos todas lindas. Como as coisas são curiosas. Aos 20 anos, eu jamais iria colocar uma minissaia. Nunca usaria. Se você for olhar minhas fotos de antigamente, só estou usando calça ou saia longa. Hoje em dia, uso minissaia e me sinto maravilhosa", garante.
No ar em Vai na Fé, nova novela das 19h, escrita por Rosane Svartman, a atriz dá vida à terapeuta holística Dora, que se relaciona facilmente com estranhos, mas tem profunda dificuldade de se aproximar da própria filha, Lumiar (Carolina Dieckmann). Dora leva uma vida alternativa no Refúgio Paz de Lumiar junto com Fábio (Zé Carlos Machado).


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"A minha personagem é completamente o oposto de como me visto para ir a um evento, por exemplo. Ela tem cabelão solto, anda completamente despojada, mora no mato, porque é uma pessoa que largou a vida na cidade grande para viver em Lumiar (região serrana do Rio de Janeiro)", descreve.

Claudia também enxerga semelhanças com o papel. "Ela faz curas holísticas e é uma pessoa muito alto astral. Ela tem um pouco de mim também. Sou muito natureza. Mas sou mais da praia do que do mato. Gosto muito de coisas holísticas também, de rituais, incensos, chás e banhos", conclui.
