Vídeo: família denuncia que funerária colocou lixo em caixão de jovem
Nas imagens, a mãe da vítima, aos prantos, questiona o tratamento dado ao filho e chega a dizer que pagou mais de R$ 7 mil para realização do funeral do jovem
A família de Vitor Augusto Marcos de Oliveira vive um verdadeiro drama desde o último dia 5 de janeiro com a morte do jovem de 25 anos. Como se já não bastasse a denúncia por possível negligência, os familiares da vítima publicaram um vídeo nas redes sociais ao descobrirem que a funerária Trianon usou lixo e restos de pó de serra em caixão que seria usado para transportar o corpo de Vitor.
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Nas imagens, a mãe da vítima, aos prantos, questiona o tratamento dado ao filho e chega a dizer que pagou mais de R$ 7 mil para realização do funeral do jovem.
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A reportagem da Isto É entrou em contato com Funerária Trianon e Polícia Civil de São Paulo, mas não recebeu retorno até a publicação desta nota. Assim que o posicionamento da empresa for informado, o conteúdo será atualizado.
O Ministério Público de São Paulo já havia instaurado inquérito contra a Secretaria de Saúde de São Paulo por conta da morte de Vitor. A família alega que seis hospitais negaram atendimento ao jovem, que morreu após sofrer três paradas cardíacas em frente ao Hospital Geral de Taipas. A vítima aguardou por cerca de quatro horas dentro de uma ambulância em frente à unidade de saúde.


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Outra denúncia feita pelos familiares é que Vitor sofreu gordofobia, pois um dos motivos para recusar o atendimento foi a falta de equipamentos para pessoas obesas.
Entenda:
Um vídeo que está circulando nas redes sociais mostra o desespero de uma mãe na frente do Hospital Kátia de Souza Rodrigues, conhecido como Hospital Geral de Taipas, no bairro de Taipas, na zona norte de São Paulo, pedindo socorro para o seu filho Vitor Augusto Marcos de Oliveira que era obeso, de 25 anos, que morreu enquanto aguardava por uma maca apropriada.
No vídeo, divulgado no Facebook, é possível a mulher dizer: “Meu filho precisa de ajuda! Ele está aqui nessa ambulância. Compartilhem. Ele precisa de um hospital com suporte. Meu filho vai morrer na ambulância. Eu quero só o direito do meu filho lutar pela vida. Pelo amor de Deus. Eu só quero lutar pela vida do meu filho”.
Contudo o seu apelo foi em vão, pois o seu filho, que pesava 190 quilos, não resistiu.
