Com queda e crise, CSA perde mais de 2 mil sócios em oito meses
Situação dentro e fora de campo afastam torcedores que pagavam sócio torcedor
A crise dentro do CSA segue dando alguns problemas também fora dos gramados. Com a queda para a Série C e a confusão nos bastidores envolvendo Omar Coêlho e Rafael Tenório, a equipe vem tendo problemas financeiros. E, esses problemas, podem dar uma leve piorada, ao menos no tocante a sócios torcedores. Isso porque, em relação a abril deste ano, o Azulão perdeu mais de 2 mil sócios.
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No quarto mês deste ano, a Gazetaweb informou sobre uma campanha feita pelo clube, na tentativa de angariar novos sócios. Na ocasião, o CSA chegou a incrível marca de 8.332 sócios torcedores. Porém, os números registrados no site oficial do clube, nesta terça-feira (13), são de 6.244 sócios. Ou seja, no período de oito meses, o time marujo perdeu 2.088 sócios.
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E isso acontece, justamente, após uma promoção para novos sócios, que aconteceu no final de novembro. Na promoção, sócios teriam descontos de 50% na mensalidade total. Contudo, nem isso parece ter sido suficiente para manter o alto número de torcedores cadastrados.

Agora, com uma aparente estabilidade na crise dos bastidores e faltando menos de um mês para o início da temporada 2023, a expectativa é que os números voltem a crescer, mesmo que não atinjam os 8 mil. A saída de Omar eram um dos pedidos mais recorrentes dos torcedores, nas redes sociais.


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Lembrando que o faturamento do CSA na próxima temporada deve ser bem menor, em comparação com 2022. Com a queda para a Série C, o time deve ter um déficit financeiro em direitos de transmissão, por exemplo. Além disso, a folha salarial deve ter uma queda brusca.
Segundo o boletim financeiro, divulgado em uma reunião no Conselho na última semana, o CSA gastava cerca de R$ 500 mil só em salários, e devia cerca de 1,5 milhão em multas rescisórias. Hoje, segundo os números apresentados pelo Conselho, a dívida do Azulão ultrapassa R$ 10 milhões.
