Collor defende distribuição de cestas básicas para quem tem fome e critica ação de Cunha na Justiça
Rodrigo Cunha acionou o Poder Judiciário para impedir a entrega de produtos a famílias carentes no estado

Redação
21/09/2022 às 5:30 • Atualizada em 21/09/2022 às 5:41 - há XX semanas
Siga a GazetaWeb no Google
O candidato ao governo do Estado Collor (PTB) defendeu, nesta quarta-feira (21), a distribuição de cestas básicas para quem tem fome em Alagoas e criticou a atitude do senador e candidato Rodrigo Cunha (União) em acionar a Justiça para impedir a entrega de produtos a famílias em situação de extrema pobreza.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Durante entrevista na rádio Nova Brasil Maceió, Collor demonstrou sua indignação com Cunha que, por questões políticas, tenta impedir que o Estado garanta comida à mesa dos alagoanos.
“Nosso Estado tem mais de um milhão e duzentos mil alagoanos que passam fome. Não consigo entender a atitude do candidato Cunha em ter entrado na Justiça contra a distribuição de cestas básicas. Tenho várias divergências com o governador Paulo Dantas, que são notórias, mas em momento nenhum ingressaria com qualquer ação para impedir ao governo de oferecer comida a quem passa fome. Isso é próprio de pessoas que pensam apenas em si mesmo sem se preocupar com o sofrimento do próximo”, disse Collor.
Artigos Relacionados
O Pacto Contra a Fome foi lançado pelo governo para auxiliar as famílias em extrema pobreza, levando alimento àqueles que estão em insegurança alimentar e nutricional grave. São, por mês, 110 mil cestas básicas distribuídas.


Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira
Um estudo a Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar (PENSSAN), divulgado na semana passada, aponta que a insegurança alimentar grave é um problema vivenciado por 36,7% das famílias alagoanas, ou seja, a cada 100 famílias 36 não têm o que comer. O Estado é o que aparece com os casos mais frequentes em todo país.
