Varíola dos macacos: dos 10 casos confirmados, seis são de pacientes que não viajaram para fora do estado
Maceió tem oito pacientes com a doença, enquanto Murici tem dois; um deles sai do iol
As secretarias municipais de saúde das cidades onde registraram casos positivos da varíola dos macacos - Murici e Maceió - investigam a origem das transmissões das doenças, que, em sua maioria podem ter sido comunitárias. Isso porque, segundo as pastas, dos 10 pacientes confirmados com a Monkeypox, cinco não tiveram registros de viagens para fora do estado.
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Em Murici, dois pacientes foram diagnosticados com a doença. Um deles teve registro de viagem para a Bahia, estado onde ocorreu a transmissão. O segundo, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Murici, só viajou para Maceió. Essa segunda transmissão está sendo investigada pela pasta.
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Já em Maceió, de acordo com a saúde da capital, dos oito diagnosticado com a varíola dos macacos, cinco não viajaram para nenhuma localidade fora de Alagoas. Os outros três tiveram registros de viagens tanto para outros estados, quanto para fora do país.
Em Maceió, segundo a Secretaria de Saúde, nenhum paciente apresenta sinais de gravidade e, por isso, não precisaram ser hospitalizados. Eles estão em isolamento domiciliar, que deve ser cumprido pelo prazo de 21 dias. "O Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigiância em Saúde (Cievs) está monitrando a origem dessas infecções, mas não foi relatado nenhum histórico de viagens por eles", aponta a pasta municipal de Maceió.


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A Secretaria Municipal de Saúde de Murici informou que o primeiro paciente diagnosticado com a doença termina o isolamento social nesta quinta-feira (15) e já se encontra sem as marcas características da doença. Quanto ao segundo caso, o município suspeita que a transmissão tenha ocorrido em Maceió.
