TSE informa às polícias militares que investirá R$ 100 milhões na segurança das eleições deste ano
Reunião entre Alexandre de Moraes e comandantes das PMs aconteceu nesta quarta (24), em Brasília. GloboNews apurou que recursos serão usados pelas Forças Armadas e pelas polícias
O ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), informou às polícias militares que a Justiça Eleitoral investirá cerca de R$ 100 milhões na segurança das eleições deste ano.
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Moraes participou nesta quarta-feira, em Brasília, de uma reunião com comandantes-gerais das PMs.
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Ao todo, participaram 23 comandantes e quatro representantes das polícias militares nos estados. O planejamento, além de ocorrer em todos os anos de eleição, agora vai ser reforçado em razão da "polarização", que acirra os ânimos dos eleitores.
A GloboNews apurou que esses R$ 100 milhões anunciados por Moraes serão usados pelas Forças Armadas e pelas polícias.


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Durante o encontro, os comandantes-gerais das PMs nos estados apresentaram diversas propostas para tentar garantir a segurança na eleição.
Operações em período de eleição
Durante o encontro, os comandantes defenderam que os estados organizem "bem" os efetivos policiais para que policiais destacados para a segurança das eleições não seja deslocados para operações relacionadas a outros temas.
Esse ponto, porém, foi considerado um "desafio". Isso porque as policias avaliar ter déficit de policiais, o que pode obrigar os comandantes a cancelar férias e folgas, por exemplo, para garantir a segurança das eleições com policiais exclusivos para esta finalidade.
Pessoas que participaram do encontro disseram à Globonews que, entre essas medidas, está a ideia de repetir os protocolos das eleições municipais, que costumam ser mais "conflituosas". A ideia é repetir protocolos "mais rígidos", afirmou um participante.
Pontos debatidos
Entre as questões discutidas na reunião constaram a segurança das mesárias e dos mesários; a assinatura de um termo de cooperação entre o TSE e o Conselho Nacional de Comandantes-Gerais (CNCG) das Polícias Militares para a coordenação e centralização de informações das corporações e a elaboração de relatórios, bem como para a divulgação e distribuição de diretrizes e peças informativas elaboradas pelo TSE. Também foi debatida a instalação de um núcleo de inteligência na Presidência do Tribunal para a análise das informações produzidas, com três membros indicados pelo CNCG e três pelo TSE.
