Em 12 dias, Call Center das Arboviroses já recebeu 119 ligações de maceioenses
Canal busca oferecer orientações para pessoas acometidas pelas doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti
Em funcionamento desde o dia 22 de junho de 2022, o Call Center das Arboviroses já tendeu 119 ligações, prestando esclarecimento acerca das doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
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Essa assistência é realizada por médicos e enfermeiros da Secretaria de Saúde de Maceió por meio do número 156 (opção 5), de segunda a sexta, das 9h às 17h. Durante o atendimento o usuário responde uma série de perguntas para que os profissionais identifiquem o atual estágio da doença e possam encaminhá-la para os serviços disponíveis no município. Além de orientar aos usuários, o serviço também é um banco de dados que ajuda a aperfeiçoar as ações de combate à proliferação do vetor.
De acordo com Sandra Torres, coordenadora de Atenção Especialidade de Maceió, o serviço permite que seja feita uma análise individual de cada caso. “Só depois dessa análise, nossos profissionais fornecem orientações, informando para onde os usuários devem se direcionar, desta forma, os pacientes tomam as providências de acordo com a própria necessidade e se recuperam mais rápido da doença”, afirma.
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De acordo com o levantamento da Atenção Especializada, os bairros que mais procuraram atendimentos no Call Center foram Cidade Universitária (10%), Tabuleiro do Martins (5%), Vergel do Lago (5%) e Jacintinho (5%). Entre os principais sintomas relatados durante as ligações estão febre, dores nas articulações e irritação na pele.


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“Muitas dessas pessoas que entraram em contato com o serviço não buscou atendimento médico ao serem questionados sobre o tratamento e relataram automedicação, o que é arriscado. Nossa orientação tem sido, para os casos leves da doença, que as pessoas busquem atendimento nas Unidades Básicas de Saúde ou mesmo as que atendem com o Corujão da Saúde, mais próximas de suas residências. Já para casos de gravidade, a orientação é buscar as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs)”, finaliza Sandra Torres, coordenadora de Atenção Especializada da SMS.
*com assessoria

