Suspeito de tiroteio na Dinamarca tinha problemas de saúde mental, afirma polícia
Homem que abriu fogo em shopping de Copenhague tinha registro de 'antecedentes psiquiátricos'. Investigadores dizem ainda não haver indícios de 'ato terrorista'
O suspeito pelo tiroteio em um shopping de Copenhague, que deixou três mortos e quatro pessoas gravemente feridas no domingo (3), tem antecedentes psiquiátricos, afirmou a polícia nesta segunda-feira (4).
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Os investigadores do caso afirmaram ainda que, no momento, não há indícios de "ato terrorista".
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O dinamarquês de 22 anos, detido pouco depois do massacre, escolheu as vítimas de maneira aleatória, afirmou o inspetor-chefe da polícia de Copenhague, Søren Thomassen.
A polícia considera autênticos os vídeos do suspeito que circulam desde domingo (3) nas redes sociais, afirmou Thomassen. Nas imagens, o homem aparece com armas, imitando gestos de suicídio ou citando um tratamento com um medicamento prescrito por um psiquiatra "que não funciona".


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As contas do suspeito no YouTube e no Instagram foram fechadas durante a noite, segundo a agência de notícias francesa France Presse.
"O suspeito tem antecedentes psiquiátricos", disse Thomassen. "Não há indícios de que tenha cúmplices", acrescentou.
As três vítimas do tiroteio são um adolescente e uma adolescente dinamarqueses, ambos de 17 anos, e um russo de 47 que morava no país, segundo a polícia.
Os quatro feridos em estado grave são dois dinamarqueses, de 19 e 40 anos, e dois suecos, um homem de 50 anos e uma adolescente de 16 anos.
"Nossa conclusão é que ele escolheu as vítimas de maneira aleatória", afirmou o inspetor. "Não há indícios de que tenha sido um ato terrorista".
Outras pessoas sofreram ferimentos leves no tumulto após o tiroteio.
