Polícia conclui inquérito e diz que mulher matou sargento da PM por ciúmes
Delegada Tacyane Ribeiro afirmou que o disparo que matou Alessandro Fábio da Silva foi efetuado à distância, conforme laudo cadavérico, o que enfraquece a tese de legítima defesa
Foi indiciada, nesta segunda-feira (11), pelo crime de homicídio qualificado, Josefa Cícera Nunes Flores. Ela é acusada de matar o companheiro e sargento da Polícia Militar de Alagoas (PM/AL) Alessandro Fábio da Silva. Segundo a Polícia Civil de Alagoas (PC/AL), ela foi indiciada pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe.
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A delegada Tacyane Ribeiro, que investigou o caso, disse que a motivação do crime seria ciúmes por parte da presa. Ribeiro destacou que, segundo depoimentos, a vítima era “mulherengo”.
A delegada disse ainda que o disparo que matou Alessandro foi efetuado à distância, conforme constatado em laudo cadavérico, o que, segundo Tacyane Ribeiro, enfraquece a tese de legítima defesa alegada pela indiciada. “Mas também há laudo de lesão corporal que apontou que a indiciada foi lesionada no rosto”, completou.
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Ribeiro disse ainda que o exame residuográfico foi feito apenas na indiciada, pois, no dia do fato, ela relatou ter efetuado os disparos. O laudo ainda não foi concluído pelo Instituto de Criminalística (IC).


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Segundo a Polícia Civil, a delegada teve que relatar o inquérito, pois a indiciada se encontra presa. “Porém, pelo laudo cadavérico, já há indícios suficientes de que ela praticou homicídio e não agiu em legítima defesa”, concluiu a delegada.

