Polícia conclui inquérito e diz que mulher matou sargento da PM por ciúmes
Delegada Tacyane Ribeiro afirmou que o disparo que matou Alessandro Fábio da Silva foi efetuado à distância, conforme laudo cadavérico, o que enfraquece a tese de legítima defesa

11/04/2022 às 5:41 • Atualizada em 11/04/2022 às 5:57 - há XX semanas
Siga a GazetaWeb no Google
Foi indiciada, nesta segunda-feira (11), pelo crime de homicídio qualificado, Josefa Cícera Nunes Flores. Ela é acusada de matar o companheiro e sargento da Polícia Militar de Alagoas (PM/AL) Alessandro Fábio da Silva. Segundo a Polícia Civil de Alagoas (PC/AL), ela foi indiciada pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A delegada Tacyane Ribeiro, que investigou o caso, disse que a motivação do crime seria ciúmes por parte da presa. Ribeiro destacou que, segundo depoimentos, a vítima era “mulherengo”.
A delegada disse ainda que o disparo que matou Alessandro foi efetuado à distância, conforme constatado em laudo cadavérico, o que, segundo Tacyane Ribeiro, enfraquece a tese de legítima defesa alegada pela indiciada. “Mas também há laudo de lesão corporal que apontou que a indiciada foi lesionada no rosto”, completou.
Artigos Relacionados
Ribeiro disse ainda que o exame residuográfico foi feito apenas na indiciada, pois, no dia do fato, ela relatou ter efetuado os disparos. O laudo ainda não foi concluído pelo Instituto de Criminalística (IC).


Lixo descartado nos trilhos preocupa: causa perigo e atrasa o deslocamento dos trens

Furto em Cruz das Almas: Polícia investiga mulher suspeita de furtar apartamento de idosa

Água Branca: Polícia Civil investiga se acidente foi causado por embriaguez ou por terceiros

Criminosos se passam por polícias e executam jovem dentro de casa em Rio Largo
Segundo a Polícia Civil, a delegada teve que relatar o inquérito, pois a indiciada se encontra presa. “Porém, pelo laudo cadavérico, já há indícios suficientes de que ela praticou homicídio e não agiu em legítima defesa”, concluiu a delegada.
