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Confiança do empresário de Maceió cai 1,3% em fevereiro, aponta Fecomércio-AL

Dados mostram que o indicador marcou 126,4 pontos, o que o mantém com pouco mais de 26 pontos acima da zona de satisfação

A confiança do empresário maceioense está em queda desde o início de 2022. É o que aponta a pesquisa do Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), que é realizada pelo Instituto Fecomércio-AL, em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).

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Os dados mostram que há uma retração de 1,3% em fevereiro. Apesar disso, o indicador marcou 126,4 pontos, o que o mantém com pouco mais de 26 pontos acima da zona de satisfação e 10,1% mais otimista do que em fevereiro de 2021.

A confiança do empresário obteve queda generalizada em todas as regiões do Brasil, sendo a mais alta entre os comerciantes do Sul, com recuo de 1,7%, enquanto a média nacional ficou em -1,2%. A última vez que o pessimismo atingiu este patamar foi entre abril e maio do ano passado.

Dentre as subcategorias que compõem o indicador de confiança, apenas a de “Condições Atuais do Empresário do Comércio” apresentou variação positiva mensal de 4,3%. A subcategoria “Investimento do Empresário do Comércio” foi a que mais declinou, sendo impactado por seu subíndice “Indicador de Contratação de Funcionários”, que marcou uma variação mensal de -10,1%. Já a subcategoria “Expectativas dos Empresários do Comércio” declinou -1,1%.

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O assessor econômico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio AL), Victor Hortencio, explicou que embora o indicador ainda permaneça otimista na capital alagoana, a confiança dos empresários vem recuando sensivelmente desde novembro de 2021, o que pode ser explicado pelos impactos da nova variante do vírus Covid-19, a qual causou uma nova onda de infecções a partir de dezembro do ano passado e, consequentemente, trouxe mais incertezas quanto aos rumos da economia nacional.

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“Outra explicação, que não exclui a anterior, refere-se às condições conjunturais que envolvem a atividade comercial e industrial e o custo de produção, atingidos pelo encarecimento de insumos básicos como, por exemplo, a energia elétrica e os combustíveis”, avaliou.

Ele também lembrou que a ausência das festas carnavalescas ocorreriam no final de fevereiro e contribuíram para o recuo no otimismo. “Muitos comerciantes já haviam se preparado e possuíam expectativas de aumentar seus lucros, mas como houve o cancelamento das festividades, isso acabou afetando negativamente a confiança dos empresários."

*com informações da assessoria.

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