Protesto contra invasão da Ucrânia pela Rússia reúne 500 mil em Berlim
Além de Berlim, cidades como Londres, Frankfurt, Atenas, Helsinque, Genebra e Sydney também registraram manifestações
A capital da Alemanha amanheceu lotada de cidadãos alemãos, que se juntaram para pedir o fim da invasão da Ucrânia pela Rússia. Em Berlim, o movimento foi organizado pelo Partido Verde.
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No monumento conhecido como Portão de Brandemburgo, pelo menos 500 mil pessoas, segundo a imprensa local, se reuniram para criticar as medidas tomadas pelo presidente da Rússia, Vladmir Putin.
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Além de Berlim, cidades como Londres, Berlim, Frankfurt, Atenas, Helsinque, Genebra, Sydney e outras, também registraram manifestações contra a Rússia e o presidente Vladmir Putin. Na Suíça, organizadores dos atos afirmaram que cerca de 20 mil pessoas compareceram.
Doação de armas


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O chanceler da Alemanha, Olaf Scholz, anunciou que doará à Ucrânia mil armas antitanque e 500 mísseis Stinger. Outros outros cinco países como República Tcheca, Polônia, França, Estados Unidos e Holanda se comprometeram a enviar armas, material de defesa e dinheiro, mesmo sem ordenar ajuda militar direta para os confrontos.
“O ataque russo marca um ponto de virada. É nosso dever fazer o nosso melhor para ajudar a Ucrânia a se defender contra o exército invasor de Putin. É por isso que estamos fornecendo 1.000 armas antitanque e 500 mísseis Stinger para nossos amigos da Ucrânia”, disse Scholz, em uma publicação
A decisão de Scholz quebra o protocolo que seguia a Alemanha, de que, desde a Segunda Guerra, não exportava armas para zonas de guerra. No aspecto militar, o país já havia doado cerca de 5 mil capacetes à Ucrânia.
