Moradores do Flexal são ouvidos pela Prefeitura de Maceió e outros órgãos sobre situação de isolamento na região
A reunião também está sendo uma oportunidade para os moradores apresentarem queixas e uma delas é o valor da indenização
A Prefeitura de Maceió e órgãos como a Defensoria Pública e a Ordem dos Advogados do Brasil seccional Alagoas (OAB-AL) se reuniram durante o dia e a noite desta terça-feira (15) com os moradores do Flexal de Baixo, comunidade do bairro do Bebedouro, que têm sido afetada pelo isolamento social, em decorrência das rachaduras provenientes das atividades da Braskem.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Até o início da noite desta terça, já tinham sido realizadas duas rodas de conversa. Eles discutem quais medidas deverão ser tomadas para dar melhor assistência às cerca de 3 mil pessoas que ainda vivem na região. A reunião também está sendo uma oportunidade para os moradores apresentarem queixas e uma delas é o valor da indenização.
Leia também

Segundo a Prefeitura de Maceió, através do Gabinete de Gestão Integrada de Afundamentos, eles discutem se os moradores querem a realocação ou a requalificação da localidade.
A comunidade do Flexal de Baixo ainda não está inserida na zona de risco em decorrência das rachaduras, como acontece nos bairros do Bebedouro, Pinheiro, Mutange e Bom Parto. No entanto, os moradores têm vivido sob isolamento social, já que na região não há mais serviços como escolas, passagens de transportes públicos, estabelecimentos comerciais e até a quantidade de igrejas tem sido reduzida.


Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Ex-prefeito cita motivos que o levaram a romper antiga aliança com sucessor

Em reunião, integrantes do PL cobram posição clara de JHC sobre a direita

Os moradores buscam sair da localidade e serem indenizados pela Braskem, demanda que também é reivindicada pela Defensoria Pública de Alagoas.
O líder comunitário, Antônio Domingos, disse, em entrevista à TV Pajuçara, que há cerca de 2.500 a 3000 pessoas em pelo menos 812 imóveis que ainda estão ocupados na região. Ele afirma que os moradores se sentem esquecidos. “Bebedouro não existe mais, só existem esses dois pedaços de rua”, afirma.
Na reunião, não houve nenhum representante da Braskem.
*Com informações da TV Pajuçara
