Flávio Moreno: o Estado já mata. Por que você deve defender a pena de morte e prisão perpétua?
Assistir a chamada para manifestação em defesa de criminosos é o ápice do absurdo dessa esquerda identitária defensora de bandidos.
O Estado já mata quando com a corrupção deixa morrer dezenas de milhares de brasileiros, crianças e idosos nas filas de hospitais sem atendimento, sem saneamento ou sem expectativa de futuro promissor por ter uma educação precária. Quando sucateia as polícias e seus operadores. O Estado nacional mata quando por força da esquerda mantém leis brandas para assassinos e estupradores contumazes maiores e menores de idade que matam e estupram de forma reincidente, entrando e saindo do cárcere como se fossem ao parque brincar.
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Então, criminosos hediondos, estupradores, assassinos bárbaros e cruéis de cidadãos e policiais, corruptos contumazes diante o devido julgamento constitucional e legal merecem a pena capital ou a prisão perpétua. É assim que funciona na maior democracia do mundo, nos EUA e em outros países desenvolvidos. Até na China Comunista. Determinados crimes são punidos com a pena máxima.
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O criminoso estupra uma criancinha de 3 anos, imagina sua filha, mata e depois está solto. É justo? Não. Vai pra cadeia e depois solto em menos de 8 anos? É isso que costuma ocorrer no Brasil com os infindáveis benefícios legais a criminosos da progressão de regime as saidinhas de Natal, previstas infelizmente em dispositivo legal. Negado. Essas regalias precisam acabar.
A esquerda identitária no Brasil defensora das tais minorias, idolatram os bandidos, são as mesmas que idolatram as drogas, o feminismo e os LGBTs. São as minorias que satanizam as maiorias que formam a sociedade brasileira do bem, as famílias, os trabalhadores, crianças, mulheres, idosos e empresários atingidos pela violência.


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Determinados criminosos gostem ou não, não tem recuperação, são contumazes. Existem criminosos 99% irrecuperáveis. O constituinte originário em 1988 errou em não aprovar as propostas de pena de morte e prisão perpétua no Brasil que estavam em emenda constitucional rejeitada na época. Milhares de vidas de inocentes assassinadas e estupradas deixaram de ser salvas no Brasil por isso. Na época só existia 1 Deputado Federal declaradamente de direita. O resto era tudo de centro ou esquerda.
Precisamos recolocar essa discussão em pauta, da mesma forma que avançamos no armamento civil e temos reduzido a violência por isso. É preciso chamar a população para decidir em grande plebiscito sobre se aceita ou não a pena de morte e prisão perpétua.
Determinados Bandidos só entendem a lei da força. O sistema carcerário deveria recuperar com trabalho obrigatório para quem realmente quer se recuperar. O Código Penal Militar até prevê a aplicação desses institutos. Estou na segurança pública há 25 anos, já prendi e mantive no cárcere de assassinos a traficantes, estupradores a corruptos, assaltantes de banco a pedófilos. Sei do que falo. Nesses anos ainda estudei e comparei a segurança pública de 30 países, coordenei planos de Segurança que produziram efeitos positivos, a exemplo de Alagoas. Determinados criminosos só entendem a lei da força e punição severa.
O Brasil precisa de uma limpeza legal e constitucional, colocar em pauta a pena de morte e prisão perpétua em grande plebiscito. Que o povo decida, conforme previsão constitucional.
Artigo assinado por Flávio Moreno, Policial Federal, especialista em segurança com 25 anos na área.
Contato: (82) 99102-3602
Instagram: @flaviomoreno_al
Facebook: PolicialFederalFlavioMoreno
*Os artigos assinados são de responsabilidade dos seus autores, não representando, necessariamente, a opinião da Organização Arnon de Mello.
