Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Digitalização puxa alta de 2,4% do setor de serviços em novembro

Comparação com outubro, o volume do setor cresceu 2,4%, puxado pela atividade de serviços de informação e comunicação, que inclui a área de tecnologia da informação

A retomada do setor de serviços no Brasil segue influenciada pelo avanço de negócios relacionados à digitalização de empresas. Em novembro de 2021, o quadro não foi diferente, indicam dados divulgados nesta quinta-feira (13) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Na comparação com outubro, o volume do setor cresceu 2,4%, puxado pela atividade de serviços de informação e comunicação, que inclui a área de tecnologia da informação.

Leia também

A alta do setor de serviços veio após dois meses consecutivos de queda. Com o avanço em novembro, o segmento recuperou a perda de 2,2% que havia sido acumulada em setembro e outubro, afirma o IBGE.

A alta veio bem acima das expectativas do mercado financeiro. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam leve avanço de 0,2% no mês.

Shorts Youtube
Play
Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Play
Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Play
Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Play
Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

O resultado de 2,4% é a maior alta desde fevereiro de 2021 (4%). Assim, o setor ficou 4,5% acima do patamar pré-pandemia, registrado em fevereiro de 2020.

A prestação de serviços, contudo, ainda opera 7,3% abaixo do recorde da série histórica, alcançado em novembro de 2014.

O setor envolve uma grande variedade de negócios, de bares, restaurantes, hotéis, salões de beleza e academias de ginástica a instituições financeiras, de tecnologia e de ensino. Também é o principal empregador no país. ?

Em relação a novembro de 2020, o segmento cresceu 10%, apontou o IBGE. Analistas consultados pela Bloomberg estimavam alta de 6,9% nesse recorte.

No ano de 2021, o setor acumulou avanço de 10,9% até novembro. Em período maior, de 12 meses, o crescimento foi de 9,5%.

INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO TÊM DESTAQUE NO MÊS

De acordo com o IBGE, quatro das cinco atividades pesquisadas dentro de serviços avançaram em novembro, frente a outubro. No entanto, apenas duas delas estão acima do pré-pandemia, o que sinaliza uma recuperação ainda desigual.

Em novembro, o destaque veio de serviços de informação e comunicação (5,4%), que recuperaram a perda de 2,9% verificada nos dois meses anteriores.

A atividade está em patamar 13,7% acima do verificado em fevereiro de 2020. É a maior distância positiva ante o pré-crise.

Dentro de informação e comunicação, os serviços de tecnologia da informação subiram 10,7%, maior taxa desde janeiro de 2018 (11,8%), ficando 47,4% acima do pré-pandemia.

Esse desempenho chamou atenção no mês, apontou Rodrigo Lobo, gerente da pesquisa do IBGE. Segundo ele, o avanço da área de TI indica que parte das empresas segue em busca de digitalização, uma tendência acelerada na pandemia.

O segundo impacto positivo entre as atividades, em novembro, veio de transportes, que subiram 1,8% e praticamente recuperaram a perda de 1,9% entre setembro e outubro. O ramo, beneficiado pelo transporte de cargas, opera 7,2% acima de fevereiro de 2020.

Já os serviços prestados às famílias subiram 2,8%. Foi o oitavo avanço consecutivo. Essa atividade reúne empresas bastante impactadas pelas restrições à circulação na pandemia, como bares, restaurantes, hotéis, academias de ginástica e salões de beleza. Os serviços prestados às famílias, contudo, ainda estão 11,8% abaixo de fevereiro de 2020.

A atividade de outros serviços, por sua vez, cresceu 2,9% em novembro, recuperando apenas uma parte da queda de 12,6% entre setembro e outubro. O ramo está 2,5% abaixo do pré-crise.

Os serviços profissionais, administrativos e complementares amargaram a quarta taxa negativa seguida, de 0,3%. A atividade, que está 4,2% abaixo de fevereiro de 2020, funciona como uma espécie de termômetro da atividade econômica, disse Lobo.

Isso ocorre porque o ramo profissional, administrativo e complementar envolve serviços presenciais prestados a outros negócios, em áreas como segurança e limpeza.

"Serviços de caráter presencial, como os prestados às famílias, foram mais impactados pela pandemia e estão mostrando taxas positivas e significativas. Mas ainda não operam em nível igual ou superior a fevereiro de 2020", pontuou Lobo.

"O que traz o setor de serviços para nível 4,5% acima de fevereiro de 2020 são aqueles mais voltados a empresas e que se aproveitaram de oportunidades na pandemia", completou.

AMEAÇAS NO RADAR

No segundo semestre de 2021, as atividades de caráter presencial passaram a apostar em uma melhora dos negócios devido ao impulso da vacinação contra a Covid-19 e da reabertura da economia.

Porém, a recuperação entre o final de 2021 e o começo de 2022 é ameaçada pelo cenário de escalada da inflação, juros mais altos e renda fragilizada. Em conjunto, esses fatores diminuem o poder de compra dos consumidores.

Outro risco vem da variante ômicron, apontada como responsável pelo novo salto da Covid-19 no Brasil.

Restaurantes e bares, por exemplo, tiveram de afastar funcionários em razão dos casos de coronavírus e gripe nas últimas semanas.

A contaminação de trabalhadores também fez com que companhias aéreas cancelassem uma série de voos na largada de 2022.

Lobo disse que é preciso aguardar para saber se a ômicron vai reduzir o crescimento ou até gerar queda na prestação de serviços no país. O pesquisador do IBGE, contudo, reconheceu que a variante pode provocar "reflexo negativo" nas atividades.

"O cancelamento de voos pode implicar em desistência de viagens pelas famílias."

Antes de divulgar o desempenho de serviços, o instituto apresentou outro indicador setorial referente a novembro de 2021: a produção industrial, que recuou 0,2%. Foi a sexta baixa consecutiva das fábricas.

Nesta sexta-feira (14), será a vez de o IBGE divulgar o balanço das vendas do comércio varejista em novembro.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas