Homem é preso suspeito de estuprar ao menos oito crianças em Goiânia
Homem teria cometido série de crimes contra crianças, entre 6 e 12 anos, geralmente enquanto elas dormiam. Polícia acredita em mais vítimas
Goiânia – A Polícia Civil de Goiás, por meio da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), cumpriu mandado de prisão preventiva contra um homem pelo crime de estupro de vulnerável contra, pelo menos, oito crianças já identificadas, na capital goiana. A corporação acredita que existam mais vítimas.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

A prisão aconteceu ao final da tarde dessa segunda-feira (10/1). As investigações iniciaram após a DPCA de Goiânia tomar ciência de que José Ferreira Lima Filho, 55 anos, conhecido como “Darinho”, teria, em tese, cometido o crime de estupro de vulnerável contra uma criança de apenas 6 anos de idade.
Leia também

O delegado responsável pelo caso, Wesley Silva, informou que o homem era “tio por afinidade” dessas menores e aproveitava dessa condição para se aproximar das vítimas.
Mais vítimas
No decorrer da investigação, após o cruzamento de dados, descobriu-se que o suposto autor não teria cometido apenas um estupro, mas também praticado uma série de crimes contra vulneráveis, sendo contabilizada a existência de pelo menos oito crianças vítimas, apenas em Goiânia. Segundo a polícia, os crimes ocorreriam havia mais de 20 anos, desde 2000, perpetuando-se até os dias atuais, tendo como alvo crianças entre 6 a 12 anos.


Suspeito de matar jovem de 19 anos no Ouro Preto, em Maceió, é preso

Denúncia anônima ajuda PM a apreender armas em Maceió

Goleiro do CSA, Wellerson desabafa após falha em empate com Jacuipense - 2/6/26

CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26
Conforme a corporação, os abusos consistiam na prática de sexo oral, conjunção carnal, toque nas partes íntimas (seios, vulva e nádegas), masturbação, estimulações nos clítoris de crianças enquanto dormiam, ameaças sexuais no sentido de que iria “tirar o cabaço”, dentre diversas outras situações de conotação explicitamente sexual. Após a consumação de seus atos, o autor ameaçava às vítimas, visando que elas mantivessem o silêncio e não expusessem aos familiares o ocorrido.
A divulgação de imagem e identificação do preso foi precedida conforme despacho fundamento pelo delegado de polícia responsável pelo inquérito policial, especialmente com o intuito de propiciar a identificação de novas vítimas no estado de Goiás.
