Ministério da Saúde opta por entrega mais demorada ao comprar seringas da Opas
Novo orçamento, mais barato, inclui entrega por navio; carregamento começará a chegar um mês mais tarde
O Ministério da Saúde optou pela entrega mais demorada ao fechar um contrato de compra de 40 milhões de seringas com a Organização Panamericana de Saúde (Opas). A informação, tornada pública pelo governo, foi publicada nesta terça-feira (12) pelo jornal "O Globo", que a solicitou através da Lei da Acesso à Informação.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

O ministério poderia ter escolhido o frete por avião, que previa a entrega de seringas entre dezembro de 2020 e fevereiro de 2021. No entanto, o preço para a compra e entrega do material foi considerado caro pelo governo. A pasta optou por um novo orçamento oferecido pela Opas, que prevê o transporte por navio, com entrega marcada para a partir deste mês de janeiro.
Leia também
De acordo com o governo, o primeiro orçamento apresentado pela Opas, em setembro de 2020, estabelecia um valor total de US$ 4,6 milhões para a compra e entrega das seringas.
O governo pediu um novo orçamento, apresentado pela Opas em dezembro. O acordo foi fechado pelo valor de US$ 1,3 milhão.


CRB se reapresenta e inicia preparação para duelo contra o São Bernardo - 2/6/26

Aproximação existe, mas anúncio de aliança entre JHC e Alfredo Gaspar segue pendente

Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro
Busca por seringas e agulhas
Com a proximidade da vacinação contra a Covid-19, o governo federal corre atrás de agulhas e seringas para conseguir atender a população.
Uma licitação lançada em dezembro buscava comprar 331 milhões de unidades, mas as empresas que participaram ofertaram 7,9 milhões, o que correspondeu a 2,4% do total.
Nesta semana, o presidente Jair Bolsonaro reclamou do preço exigido pelas empresas produtoras. Especialistas afirmam que, se o governo federal tivesse se planejado com antecedência e comprado os insumos em meados do ano passado, quando já se sabia que seria necessários, teria pagado mais barato. O governo vem reiterando nos últimos dias que não faltarão agulhas e seringas.
