Leclerc rejeita título de arrogante e diz que 'ranço' de Verstappen é passado
Pilotos são rivais desde época do kart e relação chegou a ficar insustentável durante a temporada 2019
Com a rápida ascensão de Charles Leclerc na F1, veio também a popularidade e os novos "amigos" atrelados ao fenômeno. Para evitar aqueles que se aproximam para se aproveitarem, o monegasco acabou se tornando mais fechado nas relações pessoais, mas garante que não se tornou arrogante, um adjetivo que o incomoda, segundo diz em entrevista à "Sky Itália".
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- A única crítica que me toca é a de que sou arrogante, porque sei que não mudei. Meu pai e Jules Bianchi (ambos já falecidos) me ensinaram a manter os pés no chão. Mas enquanto piloto, todo mundo quer ser seu amigo e, às vezes, você acaba com isso. Mas me toca pessoalmente quando alguém me chama de arrogante - afirma o monegasco.
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Leclerc também revelou que a rivalidade entre ele e Max Verstappen, que teve início nos tempos de kart e que se tornou ainda mais forte na temporada 2019 de Fórmula 1, quando ambos se encontraram mais de uma vez nas pistas, chegou a se tonar insuportável. Contudo, segundo explica Leclerc, os amadureceram e superaram as diferenças a ponto de hoje conseguirem conversar um como outro.
- Não nos suportávamos antes, mas com o tempo amadurecemos e agora conversamos um com o outro. Nós progredimos. No final das contas, ele também é um bom menino, mas quando colocamos nossos capacetes, há a mesma rivalidade que havia no kart - revela.


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O episódio mais desgastante entre os dois na Fórmula 1 aconteceu no GP da Áustria de 2019, quando Leclerc liderava a corrida, mas foi ultrapassado por Verstappen de forma que não considerou correta na época. Os comissários acharam o lance legal e o piloto da RBR venceu a prova.
