Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Defensoria Pública cobra da Braskem indenização a idoso de 81 anos que morava no Mutange

DPE/AL propôs que as testemunhas da situação de José Ferreira de Alcântara sejam ouvidas

A Defensoria Pública do Estado de Alagoas (DPE/AL) cobrou da Braskem, em reunião nessa terça-feira (26), um posicionamento sobre as negociações acerca da indenização para um idoso de 81 anos, que deixou a casa onde morava no bairro Mutange, em razão do afundamento do solo. Ele ergueu a residência há 34 anos.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Ao defensor público Ricardo Melro, que promoveu o encontro, José Ferreira de Alcântara, de 81 anos, contou que, em 1987, a empresa lhe cedeu duas casinhas, “caindo aos pedaços”, em um terreno pertencente à mineradora. À época, ele morava de aluguel, com a esposa e os filhos, quando recebeu a proposta de um engenheiro da mineradora.

Leia também

Na época, ele morava em uma casa alugada juntamente com a esposa e os filhos, quando o engenheiro da Braskem, Paulo Sobral, perguntou se ele gostaria de ficar em uma das pequenas casas próximas ao campo do Centro Sportivo Alagoano (CSA). “O dr. Paulo chegou em minha casa e pediu ajuda para comprar para a Sal-gema uma casa próxima a minha e eu fiz o negócio pra eles. Depois disso, ele me mandou para duas casas velha, de taipa, que tinha na frente. Perguntou se eu gostaria de morar ali e eu disse que sim. O engenheiro prometeu que se eu ajudasse a vender a casa, ele construiria uma casa para mim. Eu fiz tudo isso de boca”, relatou José Ferreira.

O morador ainda contou que o engenheiro afirmou que ele nunca iria precisar do terreno e que ele poderia ficar definitivamente. “Quando é agora, vieram dizer que eu não tinha direito à indenização. Claro que eu tenho direito! Eu quero a minha indenização, porque eles me garantiram que eu poderia construir e no dia que eu precisasse sair, eles iriam me indenizar ou compravam uma casa para mim. E agora querem que eu saia? E tudo o que eu fiz na casa? Eu confiei no engenheiro dr Paulo. Para mim, palavra de homem é um tiro, não se retira! Como eu vou conseguir construir uma casa, com os meus 81 anos?”.

Shorts Youtube
Play
Copa Mundaú reúne 150 estudantes em competição de foguetes

Copa Mundaú reúne 150 estudantes em competição de foguetes

Play
Veja o tapete gigante de Corpus Christi feito em Campo Alegre

Veja o tapete gigante de Corpus Christi feito em Campo Alegre

Play
CSA se prepara para final da primeira fase da Série D - 4/6/26

CSA se prepara para final da primeira fase da Série D - 4/6/26

Play
ASA negocia saída de zagueiros do elenco - 3/6/26

ASA negocia saída de zagueiros do elenco - 3/6/26

Play
Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Ufal cresce e sobe 15 posições em avaliação internacional

Diante do caso, o defensor público Ricardo Melro propôs que as testemunhas de toda a situação sejam ouvidas, incluindo os funcionários da mineradora. A intenção é mostrar a realidade dos fatos apresentados pelo assistido.

“Juridicamente, não houve meras benfeitorias, que são para conservar o imóvel. Nem obras nas casinhas. O que houve foi a construção de uma nova casa. Juridicamente isso se chama de acessão de boa-fé, feita sob o olhar e autorização verbal de seus funcionários, portanto ela tem obrigação de indenizar, sob pena de enriquecimento ilícito. Além disso, o nosso assistido assinou comodato com prazo indeterminado, e ele (comodato) não acabou por vontade das partes. Ele ainda existe, mas a mineração irresponsável da Braskem obrigou o senhor Ferreira a sair da casa para não morrer. Ou seja, a Braskem praticou ilícito que deu causa a esse problema.

Melro ainda ressaltou que a expectativa é que a Braskem realize a indenização correta. "Só posso acreditar em grave equívoco da Braskem e que ela vai corrigi-lo, afinal, indenização justa e compromisso social é o que ela tanto propala em propagandas no rádio, na televisão, nas redes sociais, mas esse caso está longe disso”, disse.

Por meio de nota, a Braskem esclareceu que o caso em questão está no fluxo do Programa de Compensação Financeira e Apoio à Realocação em fase de reanálise. Dessa forma, a devolutiva será dada ao morador dentro do prazo de referência acordado com as autoridades.

"O PCF segue um cronograma que é público e permanentemente acompanhado pelas autoridades. A Braskem mantém uma equipe especializada para o atendimento a moradores, comerciantes e empresários incluídos no PCF. Em caso de dúvidas, o contato com a empresa pode ser feito pelos números 0800-006-3029 ou 0800-954-1234, de segunda a sexta, das 8h às 18h (exceto feriados). A ligação é gratuita, inclusive de celular", diz trecho da nota.

*com informações da assessoria.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas