Téo Higino toma posse do cargo de prefeito de Campo Grande
Ele foi eleito com 3.270 votos após eleição suplementar, no dia 12 de setembro; solenidade aconteceu na Câmara Municipal de Campo Grande

Rayssa Cavalcante
11/10/2021 às 7:40 • Atualizada em 11/10/2021 às 7:51 - há XX semanas
Siga a GazetaWeb no Google
O prefeito de Campo Grande, Téo Higino, eleito após eleição suplementar, no dia 12 de setembro, e o vice-prefeito Pimenta tomaram posse dos cargos, na tarde desta segunda-feira (11), na Câmara Municipal de Campo Grande. Com 3.270 votos (49,83%), ele venceu o pleito por apenas nove votos de diferença. A solenidade também contou com a presença do Deputado Estadual Breno Albuquerque, além de familiares.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

Após a vitória, Téo Higino agradeceu pela oportunidade de ser prefeito de Campo Grande. "Fizemos uma eleição limpa, de propostas, sem violência, ao contrário do que a oposição fez. Mas ganhamos e vamos continuar administrando com o auxílio do grande político Arnaldo Higino", disse.
Leia também
Durante a campanha, o prefeito defendeu uma gestão que segue o caminho do bem, reforçando ser contra a violência e a perseguição. "Contamos com vocês para que Campo Grande possa continuar crescendo e evoluindo, sempre no caminho do bem", escreveu Téo Higino nas redes sociais.

Na eleição suplementar, Téo Higino ganhou de Cícero Pinheiro (MDB), que liderava durante a apuração e teve resultado final de 3.261 votos (49,70%). Maria Inês (Democratas) teve 31 votos (0,47%). Com 100% das urnas apuradas, a Justiça Eleitoral confirmou a vitória de Teogenes Higino Melo Lessa.


Pré-candidato ao governo de AL, Renan Filho defende alianças: 'não se faz política só'

Servidores cobram da PF apuração sobre perdas de recurso do Iprev Maceió

Governo inaugura ponte na zona rural de São José da Tapera

Renan Filho volta a defender projeto coletivo e união de forças para futura chapa
A eleição suplementar ocorreu menos de um ano após o pleito tradicional e foi determinada pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), depois que o plenário da Corte indeferiu o registro de candidatura de Arnaldo Higino (PP), ex-prefeito do município, condenado por improbidade administrativa.