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Sindicato diz que Veleiro deve mais de R$ 600 mil em contribuição sindical

Sinttro diz que a empresa não repassa a contribuição que é descontada dos trabalhadores há cerca de três anos

Além de funcionários em greve e sem poder operar em Maceió, a empresa Veleiro também estaria devendo mais de R$ 600 mil em contribuição sindical ao Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários no Estado de Alagoas (Sinttro), de acordo com o presidente da entidade, Sandro Reges.

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Reges contou que a empresa não repassa a contribuição que é descontada dos trabalhadores há cerca de três anos. Para o presidente do sindicato, a decisão da prefeitura em rescindir o contrato com a empresa foi acertada, tendo em vista que ela não cumpria o que estava estabelecido.

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No entanto, Reges disse estar preocupado com a situação de cerca de 160 trabalhadores que atuam nas operações da Veleiro em Maceió e estão com os empregos ameaçados. Ele defendeu que os trabalhadores, que são uma mão de obra qualificada, sejam absorvidos pelas outras empresas.

Em relação ao serviço prestado no lote que a Veleiro operava, Reges ressaltou que o que está acontecendo hoje é um paliativo em que linhas de outras empresas tiveram o itinerário e horário, mas que é preciso que as operações sejam retomadas com normalidade, tanto nos horários e trajetos, quanto na quantidade de ônibus.

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“Tão logo foi interrompido o serviço prestado pela Veleiro em razão da falta de pagamentos dos funcionários, e isso acabou deflagrando a greve. Na mesma data, nós nos reunimos com as demais empresas e estas concordaram em cobrir as linhas do lote da Veleiro. Então, essas empresas têm atuado e cumprido as ordens de serviço que colocamos até o Pontal da Barra, em todos os bairros atendidos pelo lote 300”, explicou o superintendente da SMTT, André Costa, em entrevista à TV Gazeta.

Segundo o gestor, o contrato com as empresas prevê, dentre outras soluções, a realização de uma licitação emergencial, porém o assunto ainda não foi discutido pela Prefeitura de Maceió.

“O nosso contrato prevê algumas soluções. Em caso de caducidade, ou seja, se for encerrado o contrato com a Veleiro, há a possibilidade de a própria prefeitura assumir os serviços, há a possibilidade de ser realizada uma licitação emergencial, mas há a possibilidade prevista no contrato de que as demais empresas possam assumir esse lote”, disse.

Conforme o superintendente, as mudanças foram feitas com o intuito de não prejudicar a população. “Nossa maior preocupação é a população, para que ela não fique desassistida naquela parte da cidade. E nós começamos essa cobertura; autorizei que as empresas, em cima de um plano montado pela SMTT, atuassem nessas áreas."

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