Ouro de Martine é a nona medalha olímpica da família Grael
O pai Torben Grael tem cinco pódios e o tio Lars, outros dois. Agora, Martine também tem dois
A família mais laureada da história olímpica do Brasil aumentou sua coleção nesta segunda-feira. Martine Grael, que compete ao lado de Kahena Kunze, levou a medalha de ouro em Tóquio, o segundo pódio de sua carreira, já que havia sido campeã na Rio 2016. Assim, a família Grael chega a nove conquistas, cinco de Torben e outras duas de Lars.
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Torben Grael é, ao lado do também velejador Robert Scheidt, o atleta com mais medalhas na história do Brasil, com cinco. Torben foi prata na classe Soling em Los Angeles 1984, depois foi bronze na classe Star em 1988, ao lado de Nelson Falcão. Depois de não ir bem em Barcelona 1992, engatou três pódios seguidos na classe Star ao lado de Marcelo Ferreira: ouro em Atlanta 1996, bronze em Sydney 2000 e ouro Atenas 2004.
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Torben, aliás, está em Tóquio como coordenador da Confederação Brasileira de Vela, cargo que já havia ocupado em 2016. O ex-velejador já esteve em oito Olimpíadas, seis como atletas e duas como dirigente.

Já Lars Grael, irmão de Torben, e consequentemente tio de Martine, tem duas medalhas olímpicas na carreira, ambas de bronze na classe Tornado. Em 1988, nos Jogos de Seul, ao lado de Clínio de Freitas, e em 1996, ao lado de Kiko Pelicano. Kiko, aliás, não é exatamente um Grael, mas é cunhado de Lars.


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A família Grael transcende a vela e é uma das mais vitoriosas do esporte mundial. Embora não seja o patriarca, Torben Grael é o principal nome do clã. Viu seus tios Axel e Erik irem para Olimpíadas nos anos 1960 como atletas, depois foi coordenado pelo próprio Erik nos Jogos Olímpicos de 1984. Anos depois, esteve com seu irmão Lars em três Olimpíadas como atleta.
