Um terço das vítimas da pandemia de Covid em Maceió tinha diabetes
De acordo com a SMS, dentre os casos confirmados, há 93,44% de recuperados e 593 pessoas hospitalizadas
Quase um terço das vítimas que não resistiram à Covid e residiam em Maceió tinham diabetes, 701 pessoas, um percentual de 29,8%. Os dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) mostram ainda que 524 vítimas - ou 22,3% - foram diagnosticadas com hipertensão arterial e 431 pacientes ou 18,4% não tinham ou não relataram comorbidades.
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Em relação aos casos confirmados de infecção pelo coronavírus, segundo as comorbidades, a cardiopatia é citada como maior fator de risco, com 5,75%, e não havia informação sobre doenças preexistentes em 86,3% das notificações.
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Segundo a SMS, de março de 2020 - quando foram confirmados os primeiros óbitos por Covid em Alagoas - até a primeira semana de junho - Maceió concentrou 78,1 mil casos confirmados para a Covid, com 2.347 mortes.
Pouco mais de 17% das vítimas que morreram após infecção pelo coronavírus tinham cardiopatia e 4,18% doença renal, respectivamente 406 e 98 pessoas. De acordo com a SMS, dentre os casos confirmados, há 93,44% de recuperados e 593 pessoas hospitalizadas, com 184 em UTI na capital.


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