Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Internação de jovens nas UTIs brasileiras atinge recorde na pandemia

Levantamento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira mostra que, em março, 52% das internações nas UTIs foram de pessoas com até 40 anos.

O número de pacientes mais jovens internados nas UTIs brasileiras ultrapassou o de pessoas com mais de 40 anos.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

UTIs lotadas e pacientes intubados representam o que a Covid tem de mais assustador. No começo da pandemia, leitos eram ocupados principalmente por idosos com doenças pré-existentes, como diabetes e hipertensão. Agora, pouco mais de um ano depois, o perfil é outro.

Leia também

Um levantamento da Associação de Medicina Intensiva Brasileira confirma o que os médicos já vinham observando no dia a dia: os mais jovens são maioria nas UTIs do país. No mês passado, 52% das internações nas unidades de terapia intensiva foram de pessoas com até 40 anos.

É o maior percentual já registrado durante a pandemia. Entre setembro do ano passado e fevereiro desse ano, pacientes dessa faixa etária eram 44% dos internados nas UTIs.

Shorts Youtube
Play
Homem acusado de atropelar e matar adolescente vai a julgamento

Homem acusado de atropelar e matar adolescente vai a julgamento

Play
Homem morre após acidente de moto em Craíbas

Homem morre após acidente de moto em Craíbas

Play
Prefeito de Piaçabuçu se pronuncia pela primeira vez após ser afastado do mandato

Prefeito de Piaçabuçu se pronuncia pela primeira vez após ser afastado do mandato

Play
Família Pereira negocia com Lira e mantém voto em Renan Filho para o governo

Família Pereira negocia com Lira e mantém voto em Renan Filho para o governo

Play
Incêndio atinge apartamento na Ponta Verde

Incêndio atinge apartamento na Ponta Verde

“Os mais jovens ou por terem mais reserva cardíaca e respiratória melhor eles podem demorar mais para ter sintomas, então quando chegam ao hospital já estão em estado mais avançado das doenças”, destaca Suzana Lobo, presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira.

Os números reforçam essa tendência. Em março, 68% dos pacientes internados em UTIs precisaram de ventilação mecânica; 39% a mais do que o registrado entre dezembro de 2020 e fevereiro deste ano.

O médico Gianfranco Poli, de 37 anos, ficou quase um mês internado com Covid. E nem condicionamento físico de triatleta amador evitou o agravamento da doença. Agora, ele luta para superar o que passou para voltar ao trabalho.

“Perdi 20 quilos, estava completamente debilitado. Não tomava banho sozinho, não escovava os dentes, não comia sozinho, como se eu tivesse virado um bebê gigante. Eu estou me preparando psicologicamente, tratando esse lado também para poder voltar o mais seguro possível”, relata.

Se a internação dos mais jovens cresce, a de idosos vem caindo. Apenas 7% dos pacientes com Covid nas UTIs em março tinham mais de 80 anos. Uma queda de 42% na comparação com o acumulado dos três meses anteriores.

A presidente da Associação de Medicina Intensiva Brasileira lembra que a falta de oxigênio e de medicamentos em várias cidades do país são sinais de que os hospitais já não conseguem dar conta de tantos pacientes. E que solução para a pandemia está longe das UTIs.

“A principal medida é diminuir a transmissão respiratória do vírus na comunidade. Ou seja, aquelas medidas que a gente já conhece bem de distanciamento social e de restrição da mobilidade social naquelas áreas em que o sistema de saúde está saturado. Nós precisamos segurar a pandemia, a transmissão fora do hospital”, destaca.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas