Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

ABIH alerta que extensão do decreto pelo Governo de Alagoas pode gerar mais desempregos para o turismo

Segundo o presidente da entidade, é preciso que Estado e Municípios dividam a conta com os empresários

Atualmente na fase laranja, com medidas mais restritivas, a capital e outras regiões que atuam mais fortemente no setor de turismo ainda estão conseguindo trabalhar, mas com dificuldade. A coisa muda de figura caso o Governo de Alagoas tenha que regredir, ainda mais, as medidas, colocando todo o estado na fase vermelha. Por ora, apenas o Sertão e Agreste tiveram que retornar à fase.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

De acordo com o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis de Alagoas (ABIH/AL), André Santos, a extensão do decreto pode gerar mais desempregos e dificuldade para o setor.

Leia também

A edição da Gazeta de Alagoas desta quarta-feira (10) mostra que mais de 20% das reservas em hotéis da capital foram canceladas por conta da fase laranja, medida anunciada pelo Governo de Alagoas, no último domingo (07). A situação mais complicada está nas regiões que já passaram da fase laranja. Segundo o presidente da ABIH, são 64 hospedagens, dentre hotéis e pousadas afetadas com o novo decreto.

“Neste momento que foi estabelecida a restrição do Governo para a fase laranja, o turismo, com dificuldade, consegue trabalhar. Nossa preocupação não é com o que o estado determinou hoje, mas é ele colocar todo o estado na fase vermelha. Isso causará danos irreparáveis. Nós entendemos o lado do Governo, já que os números de casos e internações estão subindo, e o tempo de duração dos pacientes na UTI mais demorado, mas indo para a fase vermelha, em todo o estado, vai ficar difícil para o setor sobreviver”, alertou.

Shorts Youtube
Play
Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Play
Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Play
Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Play
Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Conforme dados da ABIH-AL, o turismo em Alagoas é responsável por gerar 25 mil empregos diretos de carteira assinada e cerca de 100 mil famílias que trabalham indiretamente ligadas à cadeia turística.

“A cadeia do turismo não pode sofrer um baque tão grande assim. Nós compreendemos a decisão, mas precisamos olhar todos os lados para manter o sustento dessas famílias. O Litoral Norte e a capital são muito fortes no turismo, assim como Penedo e Piranhas, que já estão na fase vermelha. Temos empresários preocupados com novos fechamentos, porque isso gera uma série de desempregos”, afirma.

Apesar de terem sido pegos de surpresa com as novas medidas, André Santos disse que as próximas medidas de restrições que possam ser adotadas pelo Governo precisam ser dialogadas com a categoria. O setor disse, ainda, que o Estado e Municípios devem ajudar a dividir essa conta com a categoria.

“Vamos querer que tanto o Estado como os Municípios dividam a taxa de despesas com o setor. Temos muitos impostos a serem pagos, contratos com empresas, fornecedores, clientes e funcionários. E vamos fazer o que com os funcionários? Na primeira onda de casos, eles já entraram no programa do Governo, com a redução de carga horária e suspensão, e voltaram a trabalhar. Se fizer uma restrição mais drástica e as empresas forem obrigadas a fechar, nós vamos fazer o que com pessoal? Quem vai pagar isso?”, questionou.

Ele explica, ainda, que alguns empresários conseguiram empréstimos com o Governo Federal, que concedeu mais prazo para que os pagamentos fossem feitos. Mas, caso o Estado retorne para a fase vermelha, isso não será suficiente.

“Alguns pegaram empréstimos e, agora em março ou abril, começariam os pagamentos, mas o Governo Federal aumentou a carência de 8 para 11 meses, e isso aliviou em três meses para os empresários. Mas é preciso uma contrapartida do Governo do Estado e das prefeituras. Temos muitas taxas de impostos estaduais e municipais, como o IPTU, taxa de localização, taxa de funcionamento, ICMS, que é bem pesado, uma série de impostos que vamos continuar pagando. Pegar mais empréstimos, manter empregos e, depois, como vai pagar?”, finalizou.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas