Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Cinco anos após latrocínio de policial, Justiça absolve réus e crime fica impune

Réus confessaram o crime à polícia, mas negaram quando foram ouvidos pela Justiça

Cinco anos após o latrocínio que vitimou o sargento da Polícia Militar de Alagoas (PM/AL) Dietmarx José da Silva, a Justiça de Alagoas absolveu o último réu do processo que ainda não tinha sido julgado. Por falta de provas, os juízes da 17ª Vara Criminal da Capital inocentaram Emerson Francisco da Silva. A decisão foi publicada no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) desta segunda-feira (8).

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Os outros réus no processo já haviam sido absolvidos em maio de 2019. Também por falta de provas, José Dênis de Mendonça, José William Tavares da Silva, Diego Moreira de Almeida e Wallisson Miguel Nunes de Oliveira foram inocentados. Dessa forma, a morte do policial termina impune.

Leia também

Consta no processo que a denúncia contra o grupo foi pautada “nos robustos elementos de convicção colhidos durante a fase inquisitiva”, com destaque para as confissões de Valdeir Correia de Lima, José William Tavares da Silva, Diego Moreira de Almeida e Wallisson Miguel Nunes de Oliveira, que teriam sido “todos uníssonos em confirmar suas participações nos crimes”.

Contudo, é exposto no processo que “a condenação não se pode estear exclusivamente nos elementos de informação coligidos na fase inquisitiva”. Na fase de instrução, ou seja, quando o processo tramita já na Justiça, os acusados negaram os crimes. José William chegou a dizer que se tratava de “perseguição da polícia” e Diego Moreira disse ter sofrido tortura.

Shorts Youtube
Play
Aproximação existe, mas anúncio de aliança entre JHC e Alfredo Gaspar segue pendente

Aproximação existe, mas anúncio de aliança entre JHC e Alfredo Gaspar segue pendente

Play
Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Play
Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Play
Ex-prefeito cita motivos que o levaram a romper antiga aliança com sucessor

Ex-prefeito cita motivos que o levaram a romper antiga aliança com sucessor

Play
Em reunião, integrantes do PL cobram posição clara de JHC sobre a direita

Em reunião, integrantes do PL cobram posição clara de JHC sobre a direita

Durante o processo, cinco testemunhas de acusação foram ouvidas. As pessoas narraram os fatos, alguns contaram detalhes do que ouviram, mas, todas disseram não ser capazes de reconhecer os criminosos. Sobre isso, o Ministério Público de Alagoas opinou que as “vítimas e testemunhas, possivelmente por medo, deixaram de reconhecer quaisquer dos acusados”.

O CRIME

Dietmarx José da Silva foi assassinado em 15 de julho de 2015 quando estava em um bar na cidade de Santa Luzia do Norte, na Região Metropolitana de Maceió. De acordo com a denúncia, os criminosos teriam se dirigido ao município de Santa Luzia do Norte para assaltar uma chácara na entrada da cidade, mas com o plano frustrado, eles teriam decidido percorrer a cidade em busca de novas vítimas.

Desse modo, ao se depararem com o veículo VW/Polo estacionado em frente ao estabelecimento "Bar da Oni", teriam decidido assaltar as pessoas no local.

No interior do bar estava o sargento da Dietmarx José da Silva, proprietário do veículo. Dietmarx, segundo a denúncia, mesmo sem ter esboçado qualquer reação, foi alvo de seis disparos de arma de fogo que o levaram ao óbito, os quais teriam ocorrido após um dos criminosos ter percebido que Dietmarx era policial militar. Uma das testemunhas contou à Justiça que ouviu: “Atira que é policial”.

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas