Defesa de Gustavo Feijó diz que afastamento pela Justiça foi desnecessário
Segundo o advogado, Feijó já estava licenciado do cargo, além de contribuir com as investigações
Nessa semana, o Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) acatou o pedido do Ministério Público Estadual (MPE) e determinou o afastamento do cargo do prefeito de Boca da Mata, Gustavo Feijó. Na manhã desta sexta-feira (01), o advogado do gestor, João Lôbo, em entrevista para aGazetaweb, afirmou que a medida foi desnecessária e que deve entrar com recurso solicitando o retorno de Feijó para a Prefeitura.
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De acordo com João Lôbo, os fatos do processo não são recentes, além do prefeito Gustavo Feijó já estar licenciado do cargo, ele contribui com a justiça disponibilizando toda a documentação solicitada.
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"Nós entendemos que tal medida não era necessária por diversos fatores, mas o principal é que ele sempre contribuiu com a justiça e que atualmente está licenciado do cargo. Estamos estudando o processo, que bastante robusto e, posteriormente, vamos tomar a melhor medida para anular essa decisão de afastá-lo", explicou.
Ainda de acordo com o advogado, o contrato com a referida empresa já havia sido cancelado por iniciativa do próprio prefeito.


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