Chico Tenório sugere transformar Pinheiro em reserva ambiental após indenização
Com base no lucro de R$ 2,7 bilhões que a empresa vai dividir este ano, ele acredita que solução seja simples
A repercussão da suspensão das atividades temporárias da Braskem continuam. Se de um lado o governo de Alagoas, empresários e especialistas apontam sua importância econômica para estado , por outro, a maioria dos políticos quer solucionar a crise habitacional que se instalou nos três bairros da capital alagoana, em especial no Pinheiro.
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Na manhã desta segunda-feira (13), foi a vez do deputado Francisco Tenório (PMN) sugerir que a área mais afetada e que não poderá ser habitada se transforme numa reserva florestal. A proposta, porém, precisar contar com a devida indenização de seus moradores que lutam há mais de um ano em busca de respostas.
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"Vamos levar em consideração que o problema atinga 10.000 pessoas. Lá existem casas de R$ 100 mil a R$ 1 milhão. Mas, façamos um exemplo aqui para a maioria. A um preço médio de R$ 300 mil por unidade, totaliza-se R$ 3 bilhões. A Braskem ia dividir lucro de R$ 2,7 bilhões em um ano. É simples. Indeniza os proprietários das casas afetadas. E transformará essa área numa reserva florestal", defendeu Tenório ao comentar sobre o assunto em um perfil local no Instagram sobre política.

A posição de Tenório foi divulgada no Instagram ao comentar sobre o assunto em um perfil de análise política. Essa não é a primeira vez que ele se manifesta sobre o tema. No plenário da Assembleia Legislativa, ainda na semana passada, Chico Tenório já havia defendido rapidez no processo de ressarcimento dos prejuízos para os afetados.


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Segundo Tenório, quem mora na região precisa ficar livre para comprar outro imóvel onde quiser e que esta solução possa com isso diminuir o sofrimento que se arrasta há mais de um ano.. Mesmo com essa e outras manifestações, a Braskem não acenou com nenhuma negociação antecipada até o momento. .
Em entrevista aGazeta e Gazetaweb, na última semana, o vice-presidente da empresa, Marcelo Cerqueira, chegou a ser indagado sobre isso, mas voltou a defender a continuidade dos levantamentos feitos por técnicos contratados pela empresa em busca da causa do problema.
