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AL ocupa o 2º lugar no ranking de pessoas desalentadas, aponta IBGE

Dados apontam que o estado apresentou 16% de desocupação no 1º trimestre deste ano

Alagoas ocupa a segunda posição no ranking de pessoas desalentadas quando o quesito é emprego, ou seja, aquelas que desistiram de procurar por algum trabalho após inúmeras tentativas. Conforme levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o estado, que amarga o índice de 16,5%, só perde para o Maranhão, que concentra a taxa de 17,9% do número de pessoas fatigadas.

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De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), o índice de pessoas desalentadas, no 1º trimestre de 2019, foi de 4,4%, mantendo o recorde da série histórica e mostrando variação significativa nas duas comparações: mais 0,1 p.p. em relação ao trimestre anterior (4,3%) e mais 0,2 p.p. contra o mesmo trimestre de 2018 (4,2%).

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A população desalentada é definida como aquela que estava fora da força de trabalho por uma das seguintes razões: não conseguia trabalho adequado, não tinha experiência ou qualificação, era considerado muito jovem ou idosa, ou não havia trabalho na localidade em que residia - e que, se tivesse conseguido trabalho, estaria disponível para assumir a vaga. Ela faz parte da força de trabalho potencial.

Dentre as unidades da federação, Maranhão (17,9%) e Alagoas (16,5%) ocuparam as maiores taxas de desalento e Rio de Janeiro (1,2%) e Santa Catarina (0,9%), as menores, nos três primeiros meses deste ano.

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OUTROS DADOS - 1º trimestre 

Já quanto à maior taxa de desocupação das pessoas de 14 anos de idade ou mais, o estado do Amapá lidera o ranking (20,2%), seguido por Bahia (18,3), Acre (18%), Maranhão (16.3%), Pernambuco (16,1%) e Alagoas (16%).

O estado de Alagoas também está entre os 10 estados que detêm o maior percentual de pessoas de 14 anos ou mais que trabalham por conta própria. A lista contempla o Distrito Federal (19,6%), São Paulo (21,4%), Santa Catarina (21,6%), Mato Grosso do Sul (22,1%), Minas Gerais (24,3%), Rio Grande do Sul (25,5%), Paraná (25,7%), Espírito Santo (26,1%), Goiás (26,2%) e Alagoas (26,3%).

No que se refere ao índice de pessoas de 14 anos ou mais que trabalham como empregados do setor privado sem carteira assinada, o estado de Alagoas se afasta um pouco dos primeiros colocados, ocupando a 14º colocação, com 33,4%, ficando à frente do Maranhão (49,5%), Piauí (47,8%), Pará (46,4%), Paraíba (43%), Ceará (42,9%), Bahia (42,8%), Amapá (39,6%), Sergipe (39,2%, Rio Grande do Norte (37,5%), Tocantins (37%), Roraima (36,1%), Pernambuco (34,1%) e Acre (34%).

Já a relação dos trabalhadores com carteira assinada nas empresas do ramo privado insere Alagoas na 18ª colocação, com 64,9%. Santa Catarina lidera o ranking (88,1%), Rio Grande do Sul (83,2%), Rio de Janeiro (81,8%), Paraná (81,6%), São Paulo (81%), Distrito Federal (80,9%), Mato Grosso (78%), Mato Grosso do Sul (76,3%), Minas Gerais (75,4%), Espírito Santo (73,5%), Goiás (72,4%), Amazonas (71,4%), Amapá (68,8%), Rondônia (67,3%), Roraima (65,7%), Pernambuco (65,6%) e Acre (65,3%).

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