Trabalhadores da Braskem buscam posicionamento sobre situação na empresa
Petroquímica deve apresentar posição oficial após suspender atividades de mineração de sal-gema em Maceió
Sindicatos de trabalhadores ligados a Braskem, contratados e terceirizados, estão apreensivos sobre a situação das categorias, após a empresa petroquímica ter paralisado as atividades de extração de sal-gema no início deste mês, após o Ministério Público de Alagoas (MPE/AL) ter se posicionado a favor da suspensão da extração do mineral em Maceió, em decorrência dos problemas ocasionados no solo de três bairros da capital onde está situadas as minas.
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O Sindipetro, que assiste os trabalhadores do setor químico, informa que vai se posicionar oficialmente sobre a questão e a empresa deve realizar reunião, nesta sexta-feira (31), para apresentar posicionamento oficial em relação aos funcionários.
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De acordo com o Sindipetro, atualmente, a Braskem emprega aproximadamente 2.350 trabalhadores em Alagoas, entre efetivos e terceirizados. Após a divulgação de nota da empresa, no último dia 9 de maio, confirmando a suspensão das atividades, o diretor do sindicato, Pedro Barbosa, já havia informado a realização de reunião entre os trabalhadores, para que se posicionem oficialmente sobre o assunto.
A entidade sindical ressalta, entretanto, que até o momento os trabalhadores seguem com os contratos vigentes e que a empresa tem mantido os serviços de operação e manutenção dos equipamentos normalmente. Além dos químicos, os funcionários da Braskem são representados por diversos outros sindicatos, a exemplo dos vigilantes, metalúrgicos, comerciários, entre outros.


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A assessoria de comunicação da petroquímica, que atua há 44 anos em Alagoas, informa que há encontro programado para tratar sobre a situação dos trabalhadores e em seguida a empresa deve apresentar posicionamento oficial.
