Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Em São Paulo, Parada do Orgulho LGBTI+ celebra criminalização da homofobia

Este ano evento relembra a Revolta de Stonewall, ocorrida em Nova York (EUA) em junho de 1969

Para celebrar os 50 anos das primeiras manifestações de luta pela diversidade sexual, cerca de 3 milhões de pessoas lotaram hoje (23) a Avenida Paulista, na 23ª edição da Parada do Orgulho LGBTI+, segundo os organizadores do evento.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Neste ano, a parada relembra a Revolta de Stonewall, ocorrida em Nova York (EUA) em junho de 1969. Nas ruas da capital paulista, cobertas com as cores do arco-íris, os manifestantes destacaram a recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que equipara a homofobia ao crime de racismo.

Leia também

"Escolhemos o tema e discutimos o assunto com a militância, ao longo de 3 meses, porque é um marco da história do movimento", afirmou Renato Viterbo, vice-presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, entidade organizadora da manifestação.

Stonewall é uma referência ao bar nova iorquino frequentado por membros da comunidade LGBTI+ (lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros), na década de 1960, que resistiram a uma batida policial, gerando uma série de manifestações pela diversidade sexual. Um ano depois ocorria a primeira Parada do Orgulho Gay, em Nova York.

Shorts Youtube
Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Play
Doação de sangue em Maceió

Doação de sangue em Maceió

Play
Acidente em Marechal Deodoro gera engavetamento

Acidente em Marechal Deodoro gera engavetamento

Play
Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Áudios revelam ordem para PTK se infiltrar na política de Maceió

Play
Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em AL e no RJ

Polícia prende suspeitos de integrar o Comando Vermelho em AL e no RJ

O presidente da Aliança Nacional LGBTI+, Toni Reis, ressaltou que uma campanha contra a fobia contra os homossexuais deve ser lançada assim que for publicado o acórdão pelo STF.

"Acho que é decisão consistente e simbólica. Agora vamos discutir para transformar isso em lei", disse. Ele acredita que serão necessários instrumentos para garantir o cumprimento da decisão. "Um deles é a educação. "Não para transformar as pessoas em LGBTs, mas para transformá-las em pessoas que respeitem os LGBTI+, que não haja violência", disse Toni.

Ao visitar o evento, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas, disse, que a expectativa do governo municipal é movimentar neste ano mais dos que os R$ 288 milhões registrados em 2018. "Isso não significa impostos, mas recursos que são injetados na cidade, no turismo, hotéis, restaurantes. Mais importante do que isso é mostrar para o Brasil e para o mundo que São Paulo celebra a diversidade e quer ser referência em respeito aos direitos humanos."

Diversidade

A adolescente Maria Morena, 17 anos, trouxe a mãe e a avó de 83 anos para a avenida. "Viemos passar o feriado, mas fiquei sabendo da Parada Gay e disse: "Temos que vir. Não tem como", disse a jovem, que é de Paraty, no Rio de Janeiro. A avó Aricleia Marques disse considerar muito "justa" a participação. "Viemos mostrar que todos nós somos seres humanos", disse, ao lado da neta orgulhosa.

"Homofobia, para mim, chega a ser ridículo, porque ninguém está atrapalhando a vida dos outros. Cada um vive a sua vida. Se fere a nossa existência, temos que lutar para quer isso seja normal, porque é uma coisa normal. Mas para a sociedade ainda é muito tabu", avaliou.

O consultor de vendas Carlos Neto, 26 anos, veio de Belém, no Pará, para "realizar um sonho". "Aqui é um dia em que a gente pode ser quem a gente é de verdade, andar sem medo na rua. Sem se preocupar se vão olhar com cara torta, se vão nos julgar. Aqui a gente é quem a gente é. Não estamos aqui para baderna ou para impor algo, estamos aqui para mostrar que somos como qualquer um. A gente é tudo isso que o arco-íris transmite".

Ana Silva, 24 anos, veio de Vitória, no Espírito Santo, e compartilha o mesmo sentimento. "É um momento em que você pode ser livre para expressar quem você realmente é. Às vezes é muito difícil, até mesmo dentro de casa, para falar 'eu sou gay, eu sou lésbica'. É um momento em que a gente sente essa sensação de comunidade. Aqui você sabe que vai ser aceito sem preconceito."

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas