O material apreendido durante a Operação Fruto Proibido, deflagrada nesta terça-feira (9), deve ser leiloado e o valor arrecadado revertido para regularização da sonegação fiscal, que causou prejuízo em torno de R$ 10 milhões aos cofres públicos de Alagoas. Foram apreendidos centenas de aparelhos celulares Iphones, Xiaomi, caixas de música portáteis, relógios inteligentes da marca Apple e até skate elétrico.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!
Todavia, o leilão deve ocorrer apenas ao fim do processo legal e a própria Justiça é quem vai decidir se utilizará este método, que é o que ocorre geralmente nestes casos. Até lá, todo o material apreendido ficará sob a custódia da Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz).
Leia também
Além dos produtos que deverão ir a leilão, o dinheiro apreendido também deve servir para ressarcimento do Tesouro do Estado. Foram apreendidos durante a operação milhares de dólares, euros, além de valores em reais e pesos argentinos. Os dólares eram canadenses e americanos. Estes valores foram apreendidos em uma casa de câmbio na Pajuçara, pertencente a um dos presos.
Devido à quantidade de material apreendido, os órgãos envolvidos na operação ainda estão catalogando tudo, para que seja divulgada uma lista final dos produtos.
Shorts Youtube
Atuação de parlamentares alagoanos é destaque no 19º Prêmio Congresso em Foco
Samara Martins é a terceira presidenciável em uma semana a cumprir agenda em Maceió
Arthur Lira encontra Flávio Bolsonaro após agendas separadas em Alagoas
Alfredo Gaspar comenta ausência de JHC na agenda de Flávio Bolsonaro em Maceió
Homem com mochila de entregador furta peça de moto em plena luz do dia em SP
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |
Grupo vendia aparelhos de forma irregular, sem a devida autorização da fornecedora |