Judiciário alagoano coleta DNA na residência de idosa que estava acamada
Mulher é a única parente viva da autora da ação, que quer incluir o nome do pai na certidão de nascimento
Servidores da 25ª Vara Cível de Maceió fizeram uma coleta de material genético para exame de DNA na residência de uma idosa com processo familiar de reconhecimento de paternidade. A idosa de 96 anos estava acamada e não podia se deslocar para realizar a coleta. Ela seria a única parente viva da autora da ação, que busca incluir o nome do pai na certidão de nascimento.
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Além das coletas, segundo o titular da unidade, juiz Sérgio Persiano, os servidores da 25ª Vara se deslocam para interrogatórios de interdição em processos de curatela e oitiva de testemunhas que não podem se locomover. O magistrado vê a ação como uma prestação melhor do serviço à população.
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Para a chefe de secretaria da unidade, Sandra Mara Costa de Oliveira, essas ações demonstram a proximidade do Judiciário com a sociedade.
"Foi com muita satisfação que saímos da unidade para realizar essa atividade, pois ter o nome do pai no registro é mais do que uma anotação e sim um resgate da origem e da história do indivíduo".


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