Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

Parada LGBTI do Rio celebra 40 anos de atos no Brasil

Organizadores do evento estimam que o público na parada deste ano foi de 800 mil pessoas

A Parada do Orgulho LGBTI [Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transexuais, Travestis e Intersexuais] de Copacabana comemora hoje (22) os 40 anos do movimento no Brasil e os 50 anos da Revolta de Stonewall, considerada um marco histórico da luta por diversidade em todo o mundo.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

A manifestação na orla do Rio é a mais antiga da parada do país e foi iniciada em 1995 pelo Grupo Arco-Íris, que ainda é responsável pela organização.

Leia também

Realizada em 1969, em Nova York, a Revolta de Stonewall ocorreu em resposta a atuação policial contra frequentadores do bar Stonewall Inn, onde LGBTIs da cidade costumavam se encontrar. A luta pelo respeito à diversidade sexual em Nova York teve eco em todo o mundo e uma das lideranças do movimento, a travesti Marsha P. Johnson, está entre as homenageadas na parada do Rio.

No Brasil, a lista de homenageados inclui nomes como o de João W. Nery, primeiro homem transexual a passar por cirurgias de redesignação sexual no país, e o de Rosely Roth, que liderou o movimento de lésbicas, que frequentavam o Ferros Bar, em São Paulo.

Shorts Youtube
Play
Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Play
Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Play
Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Play
Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Presente desde a primeira edição da parada, a travesti Jane di Castro cantou o Hino Nacional e foi uma das homenageadas na manifestação. "Vivi algo muito pior que Stonewall", lamentou Jane, que contou ter perdido muitos amigos e que se orgulha por ter participado da geração que abriu caminho para artistas transexuais e drags que fazem sucesso hoje.

Sob chuva fina e vento, uma multidão se juntou aos trios elétricos da parada, que conta neste ano com atrações musicais como Pabllo Vittar, Lexa e MC Rebecca. O clima não desanimou o público, que dançou músicas de diversos ritmos. Coordenador e fundador da parada, Claudio Nascimento ressaltou que o Grupo Arco-Íris enfrentou grandes dificuldades para realizar a parada neste ano.

"Há três semanas, a gente não sabia se teria um trio elétrico", disse. Ele disse que contou com o apoio de 400 voluntários, sendo 68% pessoas de periferias. "Isso mostra que está acontecendo um grito também da periferia, do subúrbio, dizendo que quer ter vez, voz e visibilidade. Por mais que aconteça em Copacabana, ela não é da zona sul. Ela atravessa a cidade e pega o estado todo."

O tema da parada neste ano foi "Pela democracia, liberdade e direitos: ontem, hoje e sempre", com mensagens pela liberdade de expressão, artística e de afeto. Dividida em alas, a manifestação trouxe bandeiras como a prevenção do suicídio, a luta antirracista e a visibilidade específica das pessoas bissexuais, do movimento trans e das mulheres lésbicas. Também foram pautadas na parada a importância da liberdade religiosa, o direito à moradia, a participação dos LGBTIs no esporte e a necessidade de a cultura ser preservada como espaço de diversidade e visibilidade.

Representante do movimento de lésbicas na Baixada Fluminense, Angélica Oliveira defendeu a importância de dar visibilidade a cada um dos grupos que compõem a população LGBTI e pediu que as minorias lembrem das marcas que apoiam a causa quando forem consumir.

"Vamos consumir aqueles que nos abraçam, que vestem as nossas camisas e não têm vergonha das nossas cores", disse. "Não somos só LGBTs, somos profissionais, pais, mães, tios e tias."

A defesa da vida da população negra também fez parte da manifestação. O ato homenageou a vereadora Marielle Franco, que era LGBTI e foi assassinada em março do ano passado. Também foi lembrada a menina Ágatha Vitória, de 8 anos, que foi assassinada na sexta-feira (20) com um tiro nas costas, no Complexo do Alemão.

A tentativa do prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, de recolher livros na Bienal do Livro também foi alvo de críticas durante a manifestação, que defendeu a liberdade artística e a visibilidade da população LGBTI. No início de setembro, o prefeito considerou que uma história em quadrinhos com personagens homossexuais era imprópria e determinou o recolhimento de exemplares na feira literária, o que criou uma batalha judicial que chegou ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Representações consulares de 15 países como Canadá, França, Noruega, Alemanha e Bélgica participaram da parada, pela primeira vez, em uma ala chamada "Solidariedade Internacional".

O cônsul-geral da França no Rio de Janeiro, Jean Paul Guihuamé, afirmou que a ação inclui "países que têm a diversidade como valor".

Os organizadores do evento estimatam que o público na parada deste ano foi de 800 mil pessoas.

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas