Menu lateral
Imagem
Imagem
Imagem
Gazeta >
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
Imagem
Menu lateral Busca interna do GazetaWeb
Imagem
AO VIVO

ASSISTA

TV GAZETA AL
AO VIVO

ASSISTA

GAZETA NEWS
GAZETA 94.1 - Maceió AO VIVO

GAZETA 94.1

Maceió
GAZETA FM 98.3 - Maceió AO VIVO

GAZETA FM 98.3

Maceió
GAZETA 101.1 - Arapiraca AO VIVO

GAZETA 101.1

Arapiraca
GAZETA 101.3 - Pão de Açúcar AO VIVO

GAZETA 101.3

Pão de Açúcar
CLASSIC - Rádio Web AO VIVO

CLASSIC

Rádio Web
X
compartilhar no whatsapp compartilhar no whatsapp compartilhar no facebook compartilhar no linkedin
copiar Copiado!
ver no google news

Ouça o artigo

Compartilhe

A 'Ilha Inacessível' no meio do oceano que virou um depósito de plástico

Cerca de 75% das garrafas encontradas na costa da Ilha Inacessível, no Atlântico Sul, eram da Ásia

Uma ilha remota no sul do Oceano Atlântico ajudou a revelar a escala do problema dos resíduos plásticos que os mares enfrentam.

Tudo em um só lugar.

Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

ACESSE O GRUPO >
Aplicativo na whatsapp Store

Cerca de 75% das garrafas encontradas na costa da Ilha Inacessível, no Atlântico Sul, eram da Ásia. A maioria delas foi feita na China e fabricada recentemente, dizem pesquisadores da África do Sul e do Canadá no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), o que indicaria que teriam sido descartadas de navios.

Leia também

Estima-se que 12,7 milhões de toneladas de plástico vão parar nos oceanos a cada ano. Mas esse número se refere apenas ao que é de descartado a partir da terra.

Os autores do estudo apontam que hoje se supõe que a maioria do lixo encontrado no mar tenha essa origem. No entanto, os cientistas disseram que as evidências indicam o contrário.

Shorts Youtube
Play
Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Influenciador é preso em operação contra o Comando Vermelho

Play
Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Jovem é encontrado morto em terreno baldio no bairro Cleto Marques

Play
Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Defensoria cobra solução para atrasos na coleta de lixo em Maceió

Play
Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Operação prende 9 suspeitos e influenciador PTK em Alagoas

Play
Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Enem 2026: Inscrições encerram nessa sexta-feira

Garrafas PET são o lixo mais comum

"Quando estávamos [na chamada Ilha Inacessível] no ano passado, foi realmente chocante a quantidade de garrafas de bebida que havia", explica Peter Ryan, diretor do Instituto de Ornitologia Africana FitzPatrick da Universidade da Cidade do Cabo, na África do Sul, e principal autor do estudo.

Durante sua pesquisas na ilha, que é considerada um patrimônio mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco, na sigla em inglês), os cientistas examinaram 3.515 objetos em 2009 e 8.084 em 2018.

As garrafas de polietileno tereftalato (PET) foram o tipo mais comum de detrito e o que mais aumentou em número: 14,7% a cada ano, desde a década de 1980.

O objeto mais antigo, encontrado em 2018, foi um recipiente de polietileno de alta densidade fabricado em 1971. No entanto, a maioria das garrafas havia sido fabricada dois anos antes de ser achada.

De onde vêm os detritos?

"É possível obter informações mesmo de garrafas sem rótulos. Eles têm datas, marcas de fabricantes e, quando você conhece os diferentes fabricantes, pode descobrir de onde vêm", diz Ryan.

"O que realmente chocou foi como a origem mudou da América do Sul, que é o que você esperaria em algum lugar como a Ilha Inacessível, por causa da direção do vento. Mas, nos três meses em que estivemos na ilha, 84% das garrafas encontradas tinham vindo da Ásia."

A combinação do fato de as garrafas serem da Ásia, especialmente da China, e o fato de terem sido fabricadas há pouco tempo, o que não permitiria que elas chegassem levadas pelas correntes oceânicas globais, indica que elas foram descartadas de navios que passavam pela região.

"Pensei inicialmente que seriam embarcações de pesca, porque estes barcos costumam ir para regiões nas quais os navios mercantes não costumam navegar. Mas, como a maioria das garrafas é da China, isso não bate, porque as embarcações de pesca no Atlântico Sul são taiwanesas e japonesas ", observa Ryan.

"Acho que há fortes evidências de que são provenientes de navios mercantes. Houve um aumento bem grande neste tipo de transporte marítimo, principalmente da América do Sul para a Ásia na última década. Foi um choque para mim, porque eu pensava que as frotas mercantes cumpriam razoavelmente [os acordos internacionais para que lixo não seja jogado no mar]."

Ryan diz estar interessado em dialogar com o setor de transporte marítimo internacional sobre estas descobertas e acrescenta: "Precisamos pensar com muito cuidado em como melhorar monitoramento e a aplicação das regulamentações".

Tags

App +Gazeta

Confira notícias no app, ouça a rádio, leia a edição digital e acesse outros recursos

Aplicativo na Google Play Aplicativo na App Store
Aplicativo na App Store

Relacionadas