Homem é preso suspeito de matar a ex na frente da filha em Planaltina de Goiás
Vítima, que era deficiente e trabalhava no fórum da cidade, tinha se separado há um ano, conforme delegado
Suspeito de matar a ex-mulher na frente da filha, um vigilante de 45 anos foi preso em Planaltina de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Érica Sousa de França da Silva, de 40 anos, era assistente administrativa do Fórum e deficiente física. Com o homem, ela teve três filhos.
Tudo em um só lugar.
Receba notícias da GazetaWeb no seu WhatsApp e fique por dentro de tudo!

O G1 não conseguiu identificar quem é responsável pela defesa do preso, identificado como Reginaldo Pereira da Silva, para pedir um posicionamento sobre o caso.
Leia também
O crime aconteceu na noite de domingo (13), na casa da vítima. O delegado responsável pelo caso, Cristiomário Medeiros, contou que o homem foi até a casa de Érica, arrombou a porta, ameaçou a filha de 18 anos - que teria tentado intervir - e matou a ex com um tiro.
Depois, também segundo Medeiros, o homem fugiu e foi encontrado, pela Polícia Militar, em uma casa onde já havia morado. Registros policiais relatam que o investigado recebeu os policiais a tiros. Após três horas de negociação, ele se rendeu e confessou o crime.


Carlos critica falta de recai da direita sobre empresa do PCC em Goiás

Operação em SP investiga ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro

Ex-prefeito cita motivos que o levaram a romper antiga aliança com sucessor

Em reunião, integrantes do PL cobram posição clara de JHC sobre a direita
"Tiveram um relacionamento de 23 anos, mas estavam separados oficialmente há um ano. Nesse período todo ele tentou voltar com ela, mas ela já estava namorando outra pessoa. Ele disse que também tentou matar o namorado dela, mas que não conseguiu arrombar a porta de onde ele estava", explicou o delegado.
Conforme Medeiros, o homem admitiu ter matado a ex-esposa porque não aceitava o fim do relacionamento. Ele está na cadeia pública da cidade e deve responder pelos crimes de feminicídio, ameaça - contra a filha e o namorado da vítima - e por atirar contra os PMs.
"Devemos concluir os relatos e remeter ao Judiciário. Vamos enviar depois os laudos do local, cadavérico e da arma apreendida", afirmou.
